TECNOLOGIA

No INPE, estudantes participam do 4º Encontro de Jovens e Cientistas

Feira de Ciências envolve troca de experimentos e descobertas na área

Nessa quinta-feira, 30, o INPE realizou o 4º Encontro de Jovens e Cientistas, em Cachoeira Paulista, interior de São Paulo. Os alunos puderam ver de perto experimentos e tecnologias inovadoras, que instigaram a curiosidade dos presentes.

Reportagem de Isaque Valle e Messias Junqueira

 

Dia de animação, descoberta e aprendizado. O quarto encontro de jovens cientistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais reuniu projetos e experiências de diferentes áreas em um só lugar. “Desde 2023 nós fazemos um encontro de jovens cientistas. Esse quarto nós trouxemos para a cidade para poder incluir mais a população”, disse a coordenadora do programa Educação do INPE, Rosemary Odorizi. 

Entre as iniciativas, um foguete feito com garrafa pet chamou a atenção. Com ele, a equipe bateu o recorde nacional de lançamento. “E uma coisa que eu mais gosto nesse foguete é o nosso bico, porque se observar, ele tem tipo uns buraquinhos e a gente imita ele fazendo o que? A bolinha de golf. Tem noção? Tem mais de 3.000 buraquinhos desse e isso ajuda o nosso foguete a deslizar no meio do ar e ir mais longe”, explicou o membro da Equipe Voyager Atahc, Noah Proença. 

O show de ciências da USP esteve presente com experimentos que surpreenderam o público. “A gente trabalha com pressão, com e nitrogênio líquido, que é uma das partes mais interessantes, além de experimento com fogo. Então, acho que a gente traz o lúdico e o visual como a nossa principal ferramenta de interação com o público”, confirmou o mestrando em Engenharia Química da USP Lorena, Vitor Bustamante.

Nessa outra sala, os participantes tiveram uma experiência de arrepiar os cabelos. Para os alunos, o evento é um convite à imersão no universo da ciência. Ao verem o conhecimento tomando forma na prática, surge a inspiração para contribuir com o futuro. 

“A gente está aprendendo também sobre coisas de reciclagem, tecnológicas, então acho que no futuro pode melhorar bastante coisa do mundo”, contou a estudante Yasmin Cristine.

A experiência do professor confirma: juventude participativa e engajada auxilia na construção desse futuro. “Promover para cada um deles a vontade, o desejo maior de lá no futuro cursar uma universidade, ser um pesquisador, ser um cientista e trazer de volta em benefício pra sociedade tudo aquilo que eles estão aprendendo com a gente aqui”, completou o professor de geografia, Elton Fernandes.

Entre experiências e descobertas, os alunos percebem que fé e ciência se complementam.  “Não tem como existir o universo do jeito que é, sem ter Deus”, concluiu o estudante Marcus Aurélius. 

Mais do que uma feira de ciências, o encontro representa um passo concreto rumo às descobertas de amanhã.

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