CIÊNCIA

Robô humanoide e cão robô são atrações em evento de tecnologia

Mostra científica convida jovens a conhecer as novidades no ramo

De olho no futuro, São José dos Campos recebeu, nesse fim de semana, um dos maiores eventos de exploração espacial e tecnologia do mundo, promovido pelo Instituto Alpha Lumen em parceria com a Fundação Michaelis. Além de acompanhar projetos e experiências de perto, o público teve a oportunidade de entender como os avanços da ciência impactam o dia a dia de todos nós.

Reportagem de Isaque Valle e Genilson Pacetti

 

O maior evento internacional de ciência e tecnologia para crianças, adolescentes e educadores no Vale do Paraíba. O Science Days reuniu projetos inovadores e atividades interativas. “O principal objetivo desse evento é trazer essa galera maravilhosa de várias partes do Brasil para conhecer o que é o Science Days, ciências, o que a gente tem de inovação, de pesquisa”, disse o coordenador de educação espacial da Fundação Michaelis, Jeff Michaelis.

Entre os destaques, Sisal chamou a atenção do público. O robô humanoide de 35 kg, feito de liga de alumínio e plástico de alta resistência, até dançou diante das câmeras. “Vai ter tipo um assistente pessoal pra sua casa, por exemplo, para automatizar coisas na sua casa, conseguir, lavar uma louça ou colocar a louça no lava-louça, aí já vai ajudar para caramba. Isso permite com que o ser humano tenha mais tempo hábil para continuar construindo coisas”, contou o chefe de experiência do cliente da Cloudwalk, Gabriel Bernal.

Spot também marcou presença. O cão robô desfilou pelos corredores do evento e reuniu olhares por onde passava. “Uma tecnologia recente. A gente trouxe com ele na finalidade de usar na indústria. A nossa intenção é programar ele nas fábricas para poder fazer inspeção, então da parte elétrica, conseguir fazer alguma leitura de painel, fazer uma detecção de vazamento de gás”, afirmou o responsável pelo Robô Pet, Gustavo Henrique Marzochi. 

Aqui a ciência deixa de ser apenas uma teoria. O evento Science Days une aprendizado e experiência, aproximando principalmente os mais jovens do universo da inovação.

O Pedro Henrique tem 13 anos e já entende o valor de quem acompanha de perto iniciativas como essa. “Eu aprendo, eu me desenvolvo só olhando mesmo no olhar. Eu sou muito grata a isso por estar vivenciando tudo isso, porque eu gosto bastante”, comentou o estudante, Pedro Henrique Nascimento.

Os amigos Edmilson e Igor têm fé no sustento. Para eles, fé e ciência podem e devem andar juntas. “Fé é uma coisa muito importante ciência também, principalmente ali na parte da criação do mundo, criação do universo”, reforçou o estudante, Higor Bonifácio. 

“A ciência até que é muito interessante pra gente descobrir sobre o tipo de sol, o sistema solar, mas eu acho que os dois têm que andar em harmonia porque os ambos podem aprender de cada lado”, completou o estudante, Edmilson Amorim.

Juventude consciente e participativa, atenta para o futuro da inovação que já começou a ser escrito.

Evite nomes e testemunhos muito explícitos, pois o seu comentário pode ser visto por pessoas conhecidas.

↑ topo
Skip to content