Padre Jonas Abib tinha profunda devoção a Mãe Auxiliadora e ao santo salesiano, Dom Bosco
Nossa Senhora Auxiliadora é considerada patrona da Canção Nova ao lado de Dom Bosco. A devoção propagada por Padre Jonas Abib sustenta a trajetória de evangelização da Comunidade, que faz parte da família salesiana.
Reportagem de Aline Imercio e Antonio Matos
Após pedir a intercessão de Nossa Senhora na proteção dos cristãos durante a Batalha de Lepanto no século XVI, Papa Pio VI introduziu o título de Auxiliadora na ladainha da Mãe de Jesus.
Mais tarde, Dom Bosco retoma esse título e traz Maria como protetora dos salesianos. “Dom Bosco, então, no início da sua congregação, diz: ‘Maria será o auxílio da nossa congregação’. E lá no final da sua vida, São João Bosco diz: ‘Foi Ela quem tudo fez’”, contou o inspetor salesiano, padre Alexandre Luís de Oliveira.
Aos 12 anos, o fundador da Comunidade Canção Nova, Monsenhor Jonas Abib, ingressou na Congregação Salesiana e mais tarde ali foi ordenado padre e em seus anos de vida sempre sustentou uma fé grande por Dom Bosco e Nossa Senhora Auxiliadora.
“Padre Jonas, como um bom salesiano, quis também trazer para a Canção Nova esse auxílio materno, esse cuidado materno da Virgem Maria, auxiliadora dos cristãos”, confirmou o vice- presidente da Comunidade Canção Nova, padre Donizete Heleno.
A Canção Nova, como parte da família salesiana, ganhou um marco especial em 2018, quando o padre Jonas Abib estreitou essa relação espiritual ao escolher Nossa Senhora Auxiliadora e Dom Bosco como patronos da comunidade.
“Padre Jonas, naquela ocasião era o presidente da comunidade, além de fundador. Então ele tinha autoridade espiritual para colocar toda a Canção Nova debaixo da proteção de Nossa Senhora e de Dom Bosco”, retomou padre Donizete.
“Ele leva para junto dos seus essa experiência muito profunda de ter Nossa Senhora como Aquela que clama a Deus pelos seus filhos, Aquela que intercede, que auxilia, que ajuda.
Portanto, Maria, auxílio dos cristãos, também auxílio para a Comunidade Canção Nova”, concluiu o padre Alexandre.




