DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES

Mensagem do Papa motiva formação da Canção Nova em Brasília

A mensagem do Papa Leão XIV para o Dia Mundial das Comunicações motivou um encontro especial em Brasília. Colaboradores e missionários da TV e Rádio Canção Nova participaram do momento de formação e partilha.

Reportagem de Francisco Coelho e Ersomar Ribeiro

Para o Dia Mundial das Comunicações, o Papa Leão XIV fez uma reflexão sobre a importância de reconhecer a voz e o rosto humano como dons de Deus.

O Santo Padre alerta para os riscos do uso descontrolado da inteligência artificial e para a tentativa de substituir a sensibilidade às relações humanas. Leão XIV defende o uso responsável das novas tecnologias para que elas estejam a serviço da comunicação e não prejudiquem o encontro entre as pessoas.

No encontro na Cúria Metropolitana de Brasília, os comunicadores refletiram sobre o pedido do Santo Padre para preservar o dom da comunicação como a mais profunda verdade do homem e a necessidade de partilha entre os seres humanos fora dos ambientes virtuais.

“É isso que o Papa Leão está nos trazendo. Nada de artificial pode substituir pessoas, porque nós somos a imagem semelhança de Deus. Não é um algoritmo, qualquer técnica ou tecnologia que vai substituir a alma e jamais isso vai acontecer”, disse o secretário- geral da CNBB, Dom Ricardo Hoepers.
O evento promovido pela Assessoria de Comunicação da Arquidiocese de Brasília também buscou orientar as Pastorais da Comunicação sobre o uso das ferramentas tecnológicas como o apoio à missão evangelizadora da Igreja.

Comunicadores da rádio da TV Canção Nova em Brasília participaram do encontro. “Parabéns à Canção Nova nesse Dia Mundial Para as Comunicações. A Canção Nova tem um trabalho bonito, uma missão belíssima que preserva rostos e vozes”, exaltou o religioso.

A Arquidiocese de Brasília também celebrou os 10 anos de ordenação episcopal do bispo, auxiliar e secretário geral da CNBB, Dom Ricardo Hoepers. “São 10 anos que eu levo assim com alegria no meu coração e poder servir a Igreja, a Igreja do Brasil, poder dizer um sim generoso e colocar serviço, lavar os pés e aquela palavra do Evangelho. ‘Somos servos inúteis, fizemos o que deveríamos fazer’”, concluiu.

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