Devoção à Mãe de Deus transforma fé e gera testemunhos de devotos
A Solenidade da Assunção de Maria também marca a devoção a Nossa Senhora da Piedade. Na Diocese de Lorena, no interior de São Paulo, o sábado será festivo na Catedral.
Reportagem de Genilson Pacetti e Emerson Tersigni
Está vendo esta foto antiga? Ela mostra dois pescadores, o Rio Paraíba do Sul e as palmeiras imperiais junto da imponente Matriz de Lorena. Tão histórico quanto esse registro é a devoção Mariana a Pietá, na famosa esquina do Brasil.
O mês de agosto por aqui é de festa e gratidão à Mãe de Deus. “E nós vemos isso bem vivido à medida em que nós vamos celebrando a novena e tantas pessoas vão se achegando. Para nós é sempre uma alegria vivermos esta comunhão”, disse o cura da Catedral N. S. da Piedade, padre Luiz Gustavo Uchoa.
“E eu enfrento muita, muitas batalhas na minha vida, mas eu me sinto acolhido pela Nossa Senhora. Eu me sinto no colo dela. Se não fosse pela Nossa Senhora, por tudo que ela faz na minha vida, eu não teria condição de estar aqui hoje”, contou da Irmandade de N. S. da Piedade, Adriano Marques.
A Lorena, que hoje conhecemos, também já se chamou lá em 1718, Freguesia de Nossa Senhora da Piedade. A Virgem Maria sempre se fez presente no DNA do município.
E a partir da novena deste ano, todo Lorenense é chamado a assumir um compromisso com Maria unânimes na oração.
“Sozinhos muitas vezes não damos conta, mas unidos a Deus pela força da oração, a exemplo de Maria, somos capazes de superar os desafios do cotidiano”, afirmou o padre.
Os feitos do Senhor na vida da Maristela são inúmeros. Não há como não exercer a fé com a ajuda da padroeira da cidade depois de 7 anos em busca de respostas quanto à saúde.
“Dia 10 de agosto eu tive a minha internação, 4 dias na UTI, onde nós tiramos um tumor abdominal de 20 kg e não sabíamos do que se tratava. Então, foi uma graça muito grande. E das muitas vezes que eu estive aqui, eu pedia licença mesmo para Jesus, ‘deixa eu sentar no colo da mãe que eu estou precisando’. Porque eu não conseguia andar, não conseguia dormir. E no dia 15 eu ainda estava na UTI, quando o médico disse: ‘Ah, hoje a senhora vai ter alta’. Então ela ali era tudo que eu tinha”, testemunhou da Associação São José, Maristela de Campos.




