ANIVERSÁRIO

Fiéis celebram os 30 anos da Arquidiocese de Palmas

Três décadas depois da criação da Arquidiocese, a Igreja em Palmas reuniu os fiéis para recordar uma história construída com missão, perseverança e vida em comunidade. A celebração foi marcada por memórias, gratidão e pelo olhar voltado para os próximos passos da evangelização.

Reportagem de Munyque Fernandes e Renata Leal

Um encontro para renovar a esperança e fortalecer os lares cristãos. No Centro de Eventos de Aparecida (SP), um espaço de partilha, reflexão e redescoberta da beleza da vocação familiar. “É uma graça participar sempre e estar presente na Igreja. Trazer isso para a nossa família, gerou muito mais união no casamento”, revelou a integrante da Pastoral Familiar de São José dos Pinhais(PR), Leticia Lima. 

“Família, torna-te aquilo que és”, mais do que um tema, a frase é um convite de Cristo para viver a missão da família diante dos desafios do tempo presente. “A família é uma usina de amor, é um lugar de amorização. Por isso eu fiquei muito contente quando escolheram uma das minhas canções, que eu fiz antes mesmo de ser padre, já sou padre há quase 35 anos, que se chama ‘O amor jamais acabará’. Ela é baseada no Salmo 127, que diz: ‘Se o Senhor não construir a casa, em vão trabalham os construtores’. Ou seja, a gente constrói, mas é Deus quem edifica. A gente semeia, mas é Deus quem faz germinar”, refletiu o dehoniano, padre Joãozinho, sjb.

A edição deste ano do Simpósio Nacional das Famílias possui significado ainda mais especial, pois há 10 anos o Papa Francisco presenteava toda a Igreja com a Exortação Apostólica Amoris Laetitia. E há 45 anos, João Paulo II, hoje santo, concluiu os escritos da Familiaris Consortio sobre a função da família cristã no mundo de hoje.

“Quando os fiéis compreenderem que a família é uma Igreja doméstica, eles irão aprender os primeiros valores da fé, os primeiros valores da vida social, do respeito, do amor ao próximo. Isso tudo é evangelizar”, disse o bispo de Ponta Grossa (PR), Dom Bruno Elizeu Versari. 

Dois dias que marcam o início de uma caminhada para toda a vida. Um percurso cristão, sustentado pela renovação da vocação familiar, sob o olhar da Sagrada Família e da Mãe Aparecida. “O abraço é um instrumento de cura. Ele, junto com a oração, com certeza fazem de nós, como casal, pessoas melhores”, refletiu a integrante da Pastoral Familiar de Francisco Beltrão(PR), Rubi Batista. “Eu sou uma pessoa que valoriza o contato. Então eu gosto muito de abraçar. Ela é minha esposa, ela que me guia, que me faz eu ser o homem que sou”, completou o também membro da Pastoral Familiar de Francisco Beltrão (PR), Elói de Siqueira.

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