PROJETO SOLITUDE

Ação solidária muda rotina de família em São Paulo

Voluntários unem forças e realizam sonho de família na capital paulista 

Em março, o Repórter Canção Nova mostrou iniciativas inspiradas pela Campanha da Fraternidade sobre o desafio da moradia. Em São Paulo, nossa equipe conheceu a história da Juliana e o sonho de transformar a casa onde vive com a família. Você acompanha o desfecho dessa história.

Reportagem de Sidinei Fernandes e Gilberto Pereira

 

O mergulho pelas diversas realidades habitacionais. No Repórter Canção Nova de março, visitamos favelas e áreas de risco em São Paulo. Fomos em busca de iniciativas concretas alinhadas à proposta da campanha da fraternidade que apresentou os desafios da moradia no Brasil. 

O projeto Solicitude, Organização Católica que constrói e reforma casas em áreas carentes na zona leste da capital paulista, nos acompanhou em parte das gravações.

Uma das nossas personagens foi a Juliana, moradora do Jardim Vila Bela. Em dois cômodos moram cinco pessoas e o sonho da família era ampliar a casa. “Ali eu pretendo fazer o quarto da menina, aqui o quarto dos meninos e aqui um banheiro”, disse Juliana Santos Andrade em depoimento em 15 de março de 2026. E o repórter Canção Nova teve a honra de registrar esse momento em que o projeto Solicitude anuncia a reforma, a construção, parte da construção da 12ª casa.

E o sonho da Juliana virou realidade neste fim de semana. Depois de quase 3 meses de um mutirão, a obra foi concluída e trouxe mais dignidade para toda a família. Um gesto concreto de caridade impulsionado pelo tema da campanha da fraternidade deste ano. 

A residência ganhou dois quartos novos, uma sala e um banheiro, além de reparos gerais e a doação de itens essenciais para o lar. Uma jornada que não foi fácil, mas que valeu a pena. “Foi tudo, emoção, às vezes é aquele nervoso, indignação, às vezes com pedreiro, mas deu tudo certo no final e estamos muito felizes”, contou a desempregada e catequista, Juliana Santos Andrade. 

“Achei maravilhoso. Bom demais, viu? Uma benção”, falou o metalúrgico e esposo da Juliana, José Ermes. 

A obra foi orçada em R$ 50.000, mas a providência divina se encarregou de dar um jeito em cada detalhe. “Cada voluntário que passou, cada doador que se dedicou com muito amor, o pouco é muito diante dos olhos de Deus é o suficiente para hoje atingir essa família e juntos celebrarmos com muita alegria a entrega dessa casa”, confirmou a diretora- presidente da Rede Amparo pela Vida, Lorenna Pirolo. 

Quando várias forças se unem, a dura realidade se transforma num lugar de esperança.

É só acreditar que uma transformação como esta pode acontecer. “A fé, a esperança e acreditar. Acredite no milagre que ele vai chegar, assim como um dia chegou para mim, vai chegar para você também”, concluiu a catequista.

Evite nomes e testemunhos muito explícitos, pois o seu comentário pode ser visto por pessoas conhecidas.

↑ topo
Skip to content