Conhecer espaços culturais, contemplar exposições e apreciar momentos de descanso e lazer. Esta é a experiência vivenciada na biblioteca Mario de Andrade, na Capital Paulista. Além de tudo isso, o local oferece um diferencial: visitas educativas gratuitas.
Reportagem de Nathalia Cassiano e Antônio Matos
A maior biblioteca pública da capital paulista foi criada em 1925. O espaço leva o nome do escritor Mário de Andrade, que eternizou São Paulo em sua obra.
Além do acervo de livros e salas de estudo, a biblioteca oferece exposições, áreas de convivência e programação cultural gratuita, aberta ao público.
“Ela tem uma característica que eu acho que é a única, que é uma biblioteca desse porte, do tamanho da cidade de São Paulo, com um acervo muito raro, específico. A gente tem um acervo de raros especiais que salvaguarda livros do século XV. Enfim, é uma biblioteca muito diversa e muito porosa ao seu entorno”, afirmou a diretora da biblioteca, Luiza Thesin.
A biblioteca oferece visitas guiadas para grupos de 10 a 20 pessoas, às terças e quintas-feiras, mediante agendamento por e-mail. “A gente já fazia visitas mediadas com alguma limitação. Porque ela era feita pelos próprios bibliotecários. Agora, com esse núcleo educativo, a gente consegue oferecer visitas mediadas específicas para diferentes grupos”, contou.
Além da biblioteca Mário de Andrade, a Prefeitura de São Paulo oferece outras visitas guiadas gratuitas, como o Teatro Municipal e o Centro de Memória do Circo, cada local com programação própria para o público.
Ao longo do dia, pessoas de diferentes idades passam pelo espaço em busca de cultura, conhecimento e também de momentos de descanso. Professores e educadores ajudam a transformar a experiência e incentivo à leitura e autonomia.
“A cada semestre a gente traz uma turma nova que é para apresentar para eles o que é uma biblioteca, qual o motivo de estar aqui, como fazer uma pesquisa, conhecer a biblioteca circulante e isso acaba despertando o interesse para que eles venham a ler e também fazer a carteirinha da biblioteca”, finalizou a coordenadora da ONG, Regina Signoreli.