Veja como a ferramenta auxilia nos benefícios e possibilidades do cidadão
O Sistema Nacional do Emprego é uma das principais portas de entrada para o mercado de trabalho no Brasil. Agora, a capital de Sergipe passa a integrar a iniciativa depois de quase cinco décadas de existência. Nossa equipe foi entender como a plataforma funciona na prática.
Reportagem de Silas Santos e Sidiclei Sales
Conseguir um emprego ainda é um desafio para milhões de brasileiros. Mesmo com a melhora nos índices, o país ainda tem cerca de 6 milhões de desempregados. Nesse cenário, o Sistema Nacional de Emprego se torna uma ferramenta fundamental. “Fará com que melhore a qualificação do trabalhador, com que o trabalhador tenha informações mais precisas. Ao perder o emprego, ao acionar o seguro desemprego, ele já vai imediatamente saber das possibilidades de vagas que existem”, afirmou o diretor de atração de empresas, Ygor Sydharta.
Em Aracaju, a adesão foi feita recentemente pelo município e será gerido pela Fundação Municipal de Formação para o Trabalho. “O auxílio desemprego, o auxílio maternidade, a licença, todas elas sendo pagas por aqui e outras situações que são próprias do próprio Ministério do Trabalho agora aqui também na FUNDAT. Então será uma união”, constou a presidente da FUNDAT, Melissa Rolemberg.
Além de encaminhar trabalhadores para vagas, o Cine também oferece serviços como seguro desemprego, orientação profissional e cursos de qualificação, ações que fazem parte de uma política pública para reduzir o desemprego no país.
De acordo com o diretor da Secretaria Municipal de Desenvolvimento, a chegada do sistema também deve atrair novas empresas. “O principal questionamento dessas empresas é se existem profissionais qualificados, se o mercado de trabalho está apto a atuar. E esta demanda do Cine, ela fará com que fique mais fácil”, retomou Ygor.
Em Aracaju, o atendimento ao público interessado em se inscrever no sistema será feito em diversas unidades espalhadas pela cidade. “A pessoa que está desempregada, às vezes ela não tem o dinheiro da condução. Então, se estamos nos bairros, a pessoa tem condição de ir até o local mais próximo e ser atendido e resolver os problemas”, concluiu Melissa.




