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Colégio Filipino

"É preciso ser sério e diligente nos estudos", diz Papa a seminaristas

Papa recebeu os membros do Pontifício Colégio Filipino pelos seus 60 anos de fundação

Da redação, com Vatican News 

Colégio Filipino

Pontifício Colégio Filipino de Nossa Senhora da Paz e Boa Viagem foi fundado por São João XXIII/ Colégio Filipino

O Papa Francisco recebeu em audiência, nesta segunda-feira, 22, no Vaticano, os membros do Pontifício Colégio Filipino de Nossa Senhora da Paz e Boa Viagem, fundado por São João XXIII.

“Uma instituição que deu a muitos seminaristas e padres a possibilidade de crescer como sacerdotes segundo o coração de Cristo para o serviço do Povo de Deus nas Filipinas”, sublinhou o Papa em seu discurso.

O Pontífice manifestou sua alegria de encontrar sacerdotes, religiosos e leigos que formam esta comunidade. O encontro é por ocasião dos 60 anos do Pontifício Colégio Filipino. Também pela celebração dos 500 de evangelização no país. A primeira missa nas Filipinas foi celebrada em 31 de março de 1561, dia de Páscoa.

Segundo Francisco, os aniversários são ocasiões para refletir sobre o tempo a fim de que possamos agradecer ao Senhor por sua presença e para olhar adiante com “um olhar profético”.

O presente é o momento em que Deus chama, não ontem, não amanhã. Somos chamados a viver hoje, incluindo suas contradições, sofrimentos e misérias, que não devem ser fugidos ou evitados, mas tomados e amados como ocasiões que o Senhor nos oferece para estarmos mais intimamente unidos a Ele, também na cruz.

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O álbum de família

Olhar para atrás, “caminhar com a memória, refazendo as pegadas daqueles que nos precederam” significa, segundo o Papa, retornar à origem com sentimentos de “gratidão” e “surpresa”.

Cada aniversário dá a oportunidade de folhear “o álbum de família” e lembrar de onde viemos, que fé vivemos e que testemunhos evangélicos nos permitiram ser o que somos hoje.

O passado é um pároco, uma avó, os pais que acenderam o amor por Jesus e para os sacerdotes é o momento do “sim” ao chamado ou o dia da ordenação. É lá que se deve voltar “para corrigir, encorajar, retomar e reanimar” e, sobretudo, enfatiza Francisco, redescobrir que o Senhor nos tomou pela mão sem que percebêssemos.

Quando vocês se sentirem cansados e desanimados, abatidos por alguma provação ou insucesso, olhem para trás em sua história, não para fugir para um passado “ideal”, mas para reencontrar o impulso e a emoção do “primeiro amor”.

A escola de esperança

Da solidez da fé ao olhar para o futuro que é “uma escola de esperança”, sublinha o Papa, mas atenção: “Como o passado não deve ser um recuo intimista, é preciso lutar contra a tentação de fugir pra frente, quando não vivamos em paz o nosso presente”.

Caros sacerdotes, mas também pode valer para os consagrados e leigos, não sejam homens do eterno amanhã, que sempre avançam, numa hipotética condição ideal, a má utopia, o momento oportuno e decisivo para fazer algo de bom; e não vivam numa perene condição de “apneia”, limitando-se a suportar o presente e a esperar que ele passe.

Futuro significa assumir “um olhar profético”, partir do que se tem para tornar-se um “instrumento dócil nas mãos de Deus”, amadurecendo a própria vocação.

O tempo em nossas mãos

Somos chamados a viver agora em “um caminho de conversão e santificação”, num “tempo de concretude” feito, para quem está no seminário, de estudo e formação. A vocação é amar a comunidade em que se vive, “servir os irmãos que Deus colocou ao seu lado, aproveitar as oportunidades de formação pastoral que lhe são dadas. É preciso ser sério e diligente nos estudos”, frisou o Papa aos seminaristas.

Conhecer o passado, projetar-se para o futuro, para viver melhor o presente. Este é o tempo oportuno para a formação e a santificação. Acolher as oportunidades que o Senhor lhes dá para segui-Lo e de configurar suas vidas a Ele, mesmo estando longe de suas amadas Filipinas.

O Papa Francisco concluiu, fazendo sua a mensagem de São João XXIII à primeira comunidade do Colégio Filipino, convidando-os a ser, uma vez de volta ao país asiático, “arautos escolhidos da verdade”. Alimentados pela fé, pela cultura e por um ambiente fraterno.

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