Sócio evangelizador recebeu primeiros missionários que passaram a morar em São Paulo
Há quase três décadas, a missão da Canção Nova em São Paulo leva evangelização e testemunhos de fé a muitas pessoas. Entre elas está um sócio evangelizador que encontrou na comunidade um caminho de renovação espiritual, e hoje ajuda a sustentar essa missão.
Reportagem de Aline Imercio e Antonio Matos
Seu Agamenon ainda se lembra com carinho do primeiro encontro com a Canção Nova, há cerca de 15 anos. Zelador há quase quatro décadas em um prédio na zona sul de São Paulo, ele recebeu os primeiros missionários que passaram a morar no local. Entre eles o responsável pela missão na capital paulista, Ítalo Magno.
“Então, a Canção Nova, eu conheci o Ítalo primeiro. Depois comecei indo pra missa. Minha esposa também ia. Continuamos até agora. E vamos até o fim”, relembrou Seu Agamenon da Silva.
Algum tempo depois, seu Agamenon decidiu conhecer de perto a sede da Canção Nova em Cachoeira Paulista. A visita marcou sua história com a comunidade. Desde então, tornou-se sócio evangelizador.
Todo mês contribui para que a missão continue. Para ele, a doação tem um significado muito especial. “Pelas obras que a Canção Nova faz, eu acho muito importante, evangelizar pessoas de longe, gente muito angustiado que chega nas Igrejas precisando de oração. Muita cura também que a gente participa na Igreja e vê”, afirmou ele.
Assim como o seu Agamenon, muitas pessoas fazem doações para a Canção Nova. A partir da frase bastante repetida por São João Bosco ‘Dai-me Almas e ficai com o resto’, Padre Jonas Abib teve a inspiração para criar a campanha que hoje mantém a missão da comunidade.
Entre as contribuições que chegam ao projeto Dai-me Almas na capital paulista, a missionária Priscila conta que muitas delas nascem de gestos simples, mas cheios de generosidade.
Pequenas iniciativas que somadas ajudam a manter a evangelização acontecendo. “Muita gente recolhe, tem um cofrinho que nós chamamos carinhosamente de generoso e essa pessoa sai fazendo a recata dentro da família, grupo de amigos. Temos também pessoas que, por exemplo, vendem bolo, salgados, pudins e vendem. E esse dinheiro dessa venda, eles trazem também esse valor para ser o algo a mais. Ajudando a Canção Nova, eles também experimentam a ação da Divina Providência na sua vida”, reforçou a missionária da Comunidade Canção Nova, Priscila Estrada.
Seu Agamenon também faz questão de oferecer sempre algo a mais, principalmente quando percebe que a missão precisa de ajuda. Ele conta que conhecer a Canção Nova fortaleceu ainda mais a sua fé, especialmente nos momentos difíceis que enfrentou ao longo da vida.
“Eu pedi uma irmã com Covid. Também foi difícil perdi um irmão. Então a Canção Nova me ajudou bem nesses momentos assim, mas tristeza, tava muito triste, ia para Canção Nova e fazia as orações, voltava mais aliviado. Uma obra dessa aqui é uma obra de Deus”, testemunhou Seu Agamenon.




