Busca:
Notícias: Bento XVI - Brasil - Mundo - Arquivo | Multimedia: Vídeos - Áudios | Interatividade: Fale Conosco - Editorial
Brasil,
Home / Bento XVI
Altera letra  
Domingo, 01 de março de 2009, 12h22

Papa fala sobre crise econômica, jejum e santos anjos


Rádio Vaticano


Na oração mariana do Ângelus deste domingo, o Papa Bento XVI, lançou um apelo em favor dos operários da Fiat da localidade italiana de Pomigliano d'Arco, presentes na praça para "manifestar a sua preocupação com o futuro da fábrica e de milhares de pessoas que, direta ou indiretamente, dependem dela para trabalhar".

O pontífice recordou também outras situações igualmente difíceis vividas por todos os trabalhadores atingidos, no mundo inteiro, pela atual crise econômica.

"Associo-me aos bispos e às respectivas Igrejas locais ao expressar proximidade às famílias atingidas pela crise, e confio todas elas na oração à proteção de Maria Santíssima e de São José, patrono dos trabalhadores. Desejo expressar o meu encorajamento às autoridades políticas e civis, bem como aos empresários, a fim de que com a cooperação de todos se possa fazer frente a esse delicado momento. De fato, é preciso um comum e forte compromisso, recordando que a prioridade deve ser dada aos trabalhadores e às suas famílias."

Recordando o Evangelho do I Domingo da Quaresma, que apresenta Jesus no deserto tentado por satanás e servido pelos anjos, Bento XVI convidou a redescobrir o sentido do jejum que "nos ajuda a um maior domínio de nós mesmos. O pontífice exortou a romper com o pecado, a amar mais o próximo, e a fazer a vontade de Deus com mais prontidão.

De fato, a exortação de Bento XVI foi a de "romper com o pecado", e a mudar radicalmente a vida", combatendo contra toda forma de tentação e colocando a nossa confiança na misericórdia divina. Nessa luta, exortou, invoquemos a ajuda dos anjos.

O papa deteve-se sobre o significado da permanência de Jesus no deserto, tentado por satanás: "No deserto, lugar da provação, como vemos na experiência do povo de Israel, se mostra com grande dramaticidade a realidade da Kenosi, do aniquilamento de Cristo, que se despojou da forma de Deus (cfr Fil 2, 6-7). Ele, que não pecou e não pode pecar, se submete à provação e, por isso, pode sofrer a nossa enfermidade (cfr Hb 4, 15). Deixa-se tentar por satanás, o adversário, que desde o princípio se opôs ao desígnio de Deus em favor dos homens."

Em seguida, o papa ressaltou que no deserto Jesus se serviu dos anjos, "figuras luminosas e misteriosas". A presença asseguradora do anjo do Senhor acompanha o povo de Israel em todas as suas vicissitudes boas e ruins", recordou o pontífice:

"Caros irmãos e irmãs, tiraríamos uma parte notável do Evangelho se deixássemos de lado esses seres enviados por Deus, os quais anunciam a sua presença entre nós, e disso são um sinal. Invoquemos sempre os anjos, para que nos ajudem no compromisso de seguir Jesus até nos identificarmos com Ele. Pedimos a eles, em particular hoje, que vele sobre mim e sobre os colaboradores da Cúria Romana, que esta tarde, como todos os anos, iniciaremos a semana de Exercícios espirituais. Maria, Rainha dos Anjos, rogai por nós!"


Conteúdo acessível também pelo iPhone -
iphone.cancaonova.com

Tags: Ângelus Bento XVI crise

      Enviar para um amigo Enviar por E-mail    Imprimir Imprimir    Assinar mensagem Assinar RSS    Delicious Delicious    
Conteúdo relacionado
Ferramentas
Canção Nova, Fundação João Paulo II. Proibida publicação, ou mesmo transmissão por broadcast, reescrito ou redistribuído sem prévia autorização.