Programação de 13 dias foi organizada para celebrar a primeira santa brasileira
Devotos de diferentes locais do país se reúnem na capital da Bahia para celebrar a primeira santa brasileira.A festa dedicada a Santa Dulce dos Pobres reforça seu legado de caridade e confiança em Deus.
Reportagem de Silas Santos
Imagens da ASCOM OSID
O Santuário e a Praça Irmã Dulce, no Largo de Roma, recebem peregrinos de diversas partes da Bahia e do Brasil para celebrar a vida e o legado do Anjo Bom, principalmente para os pobres.
“13 dias de oração, reunindo todos os pobres. É como se nós inventássemos uma música para acalentar o coração de Santa Dulce dos Pobres no céu. Ao mesmo tempo que ela desce e aqui ela acolhe novamente os seus fiéis, os pobres, os excluídos, os marginalizados. Nós transformamos tudo isso num ato de louvor”, contou o bispo auxiliar da Arquidiocese de São Salvador da Bahia, Dom Gilvan Pereira Rodrigues.
A programação contou com carreata, missas e momentos de oração que reforçam a mensagem deixada por Santa Dulce. A caridade, o serviço aos mais necessitados e a confiança em Deus. Neste ano, a festa tem como tema “Santa Dulce dos Pobres nos educa na paz pela força da graça sacramental”. Os fiéis são convidados a refletirem a riqueza dos Sete Sacramentos da Igreja.
“Todos os dias nós estaremos aqui reunidos pela manhã. O horário da Missa Solene é às 8:30, que é precedida pelo terço. E à noite às 18 horas a grande Trezena Solene em honra a Santa Dulce. Teremos atrações, shows, um espaço gastronômico, enfim, é uma programação muito especial para celebrar a primeira santa brasileira”, afirmou o reitor do Santuário de Santa Dulce dos Pobres, frei Ícaro Rocha.
Para muitos devotos é tempo de agradecer graças alcançadas e renovar a esperança. “Santa Dulce é uma santa que representou muito pra nossa cidade, com a ajuda dela com os pobres, com os abandonados, com esse hospital que até hoje ajuda milhares de pessoas, inclusive a minha família”, falou a devota, Janice Santos.
“Estou aqui com a mão cheia de pedidos que eu sei que eu vou receber bênção sobre bênção, porque irmã Dulce é a santa brasileira baiana que nos protege em qualquer hora, em qualquer momento”, concluiu a devota, Amélia Barbosa.
As celebrações continuam até o dia 13 de agosto. Uma Missa campal presidida pelo arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, Dom Sérgio da Rocha, marcará o encerramento, seguida da tradicional Procissão Luminosa.




