Fundada por São Maximiliano Kolbe, Milícia da Imaculada tem frei Sebastião como representante internacional
Neste mês missionário, nossa equipe conta uma história marcada pela fé, pelo encontro e pela decisão de evangelizar. Foi no encontro com São Padre Pio de Pietrelcina que um sacerdote recebeu orientações para uma missão que chegaria até o Brasil.
Reportagem de Aline Imercio e Gilberto Pereira
Na sua simplicidade fé, Frei Sebastião mostra a imagem abençoada por padre Pio de Pietrelcina. No seu primeiro encontro com o santo, após uma experiência com Nossa Senhora, recebeu sua bênção.
Antes de chegar ao Brasil, em 1966, o religioso encontrou novamente com Padre Pio e foi aconselhado por ele. “Padre Pio me deu algumas orientações. Primeira, celebra sempre bem a Santa Missa. Lembra-te, a rainha das virtudes é a caridade. E depois ele disse: ‘Você vai para o Brasil, você vai construir uma obra muito grande de Nossa Senhora. Eu vou te visitar muitas vezes’”, relembrou o guardião Internacional do Carisma da Milícia da Imaculada, frei Sebastião Quaglio.
Em 1917, São Maximiliano Kolbe fundou a Milícia da Imaculada. Anos mais tarde, em 1987, Frei Sebastião se esforçou para trazer ao Brasil a Associação de Soldados de Nossa Senhora. E essa missão evangelizadora foi impulsionada pelos conselhos que recebeu de Padre Pio.
A Milícia da Imaculada é uma associação de fiéis pública internacional de direito pontifício, fundada com o objetivo de conquistar o mundo para Cristo através da Imaculada.
Há 39 anos, Frei Sebastião começou a missão no Brasil por meio de um programa de rádio que falava da mãe de Jesus. “Não foi fácil para mim no começo, mas construí uma Igreja, trabalhei o tempo todo em favelas, cadeias, vindo uma noite na rua Itamarati lá no alto que voltava sempre no convento, vendo aquela luz de São Paulo distante de Santo André esquerdo da Mauá atrás, ‘como é que eu posso chegar lá?’ Adivinha quem pensei, Papai Noel que desceu pela chaminé, mas o chaminé não tem mais, tem as antenas. Aí me deu a ideia da rádio”, relatou ele.
Hoje a associação expandiu pelo Brasil e alcançou outros meios de comunicação. Para Frei Sebastião fica a sensação de ter vivido sua missão é ser grato a quem o inspirou. “Tenho que agradecer Padre Pio. Dou muito nisso, porque pelo fato que ele colocou aquela mão na minha cabeça, para mim é tudo. “Ele me revelou um caminho que eu já acreditava, mas que ainda hoje vivo e prego”, expressou o frei.




