Leão XIV pede orações e atenção para com quem sofre com doenças mentais ao nosso lado
O Papa Leão XIV dedica a intenção de oração de outubro à saúde mental. O Pontífice pede que a Igreja seja um espaço de acolhimento para quem enfrenta ansiedade, depressão e outras formas de sofrimento psicológico.
Reportagem de Adilson Sabará
Imagens de Rede Mundial de Oração do Papa e Vatican NewsMais de um bilhão de pessoas no mundo vivem com algum transtorno mental, segundo a Organização Mundial da Saúde.
Neste mês de outubro, o Papa Leão XV convida a Igreja a voltar o olhar para uma realidade que muitas vezes permanece silenciosa, o sofrimento causado pelas doenças mentais.
Na intenção de oração deste mês, o Papa pede que a Igreja seja um lar acolhedor para quem enfrenta ansiedade, depressão e outras formas de sofrimento psicológico. Uma comunidade que apoia e não exclui, que escuta sem julgar e se aproxima sem medo.
N vídeo divulgado pela rede mundial de oração do Papa, Leão XIV pede perdão pelas vezes em que a sociedade e a própria comunidade cristã desviaram o olhar ou alimentaram o estigma e a discriminação contra pessoas com doenças mentais.
O Pontífice compara essa missão ao cuidado do bom samaritano, reconhecer as feridas, aproximar-se de quem sofre e oferecer acolhimento. Mais de um bilhão de pessoas no mundo vivem com algum transtorno mental, segundo a Organização Mundial da Saúde. Diante dessa realidade, o Papa pede que o cuidado com a saúde mental também faça parte da missão pastoral da Igreja.
Dados da Organização Mundial de Saúde mostram que apenas 2% dos orçamentos de cada país são destinados à saúde mental, percentual que permanece parado desde 2017. O Papa também lembra familiares, profissionais e voluntários que acompanham essas pessoas e pede força e compreensão para essa missão.
O Santo Padre reza para que aprendamos a acolher e a integrar os cuidados de saúde mental na vida e na missão das nossas comunidades e de toda a Igreja.
A Rede Mundial de Oração do Papa destaca que paróquias, universidades e instituições católicas já promovem iniciativas de acolhimento. E a proposta é fortalecer a Igreja que escuta, acompanha e reconhece a dignidade de cada pessoa.




