EVANGELIZAÇÃO

Bastidores da Canção Nova reúnem histórias de trabalho e serviço

Colaboradores que trabalham na chácara de Santa Cruz testemunham o trabalho na infraestrutura para bem acolher quem visita a Canção Nova 

Quem chega à Canção Nova encontra tudo preparado para ser bem acolhido. Mas existe um trabalho feito longe dos holofotes, que ajuda a tornar a evangelização possível. Nesta reportagem, você vai conhecer algumas dessas histórias.

Reportagem de Huanna Cruz e Ederaldo Paulini

 

Após cada evento, é hora de colocar a casa em ordem. Para isso, existe o planejamento semanal da manutenção da chácara de Santa Cruz.

“Toda semana a gente tem uma reunião, dos coordenadores, dos solicitadores. E a gente faz um planejamento completo, desde, vamos dizer assim, manutenção da chácara, banheiro, segurança e, enfim, tudo na engenharia e tudo”, afirmou o supervisor de Infraestrutura da Canção Nova, Pedro César Ricardo. 

Para o Papa Francisco, ‘o trabalho planifica a dignidade do homem e o torna semelhante a Deus, que trabalhou e trabalha’. Dessa maneira, cada trabalho tem em Deus a sua dignidade. 

Laerte Dias é colaborador há um ano. O seu trabalho também contribui para a evangelização de quem vem à Canção Nova. “As pessoas quando vêm gostam de ver a chácara limpa, as cadeiras tudo organizada. As pinturas todas boas. A pessoa parabeniza a gente”, comentou o colaborador, Laerte Dias da Silva.

Carlos Michel tem uma trajetória marcada por fatos relevantes ao longo de 17 anos como colaborador da Canção Nova. “Quando eu entrei aqui na Canção Nova, eu morava com meus pais. Era solteiro. Hoje em dia, graças a Deus, sou casado, tenho um filho de 11 anos. Isso marcou muito para mim. Esses 17 anos que eu tô na Canção Nova, praticamente eu construí minha vida aqui dentro da Canção Nova”, ressaltou o colaborador, Carlos Michel Pimentel de Almeida. 

Além da troca de conhecimento, o dia a dia da missão possui muito companheirismo. “São uns colegas de trabalho muito bom. Eles são muito legais. Tem os os que não falam e ouvem, é muito bons a trabalhar com eles, a gente aprende um pouco de Libras. Tem o pessoal dos bombeiros, seu Pedro lá, que auxilia a gente aqui a aprender cada dia, cada dia melhor. Fazer nosso trabalho aqui”, relatou Laerte.

Tudo para colher o peregrino da melhor forma. “A gente aprende a evangelizar, a receber as pessoas melhores aqui. Isso é bom”, retomou ele. 

E ao olhar para a sua história, o sentimento é único. “Quando você vê algum peregrino chegar em você, falar bom dia, conversar, às vezes rezar pra gente. Agradecer pelo espaço, pela limpeza, pelas cadeiras, pela organização, para mim é muito gratidão”, partilhou Carlos.

Para Pedro, tudo isso só é possível porque o sócio evangelizador contribui com essa obra sonhada por Deus. “Agradeço a cada um que todo mês dedica o seu o mínimo do seu salário para nos ajudar aqui. Contribui no salário nosso, contribui na compra de equipamentos, materiais. Pra gente atender melhor quando eles chegam por aqui”, concluiu Pedro.

Evite nomes e testemunhos muito explícitos, pois o seu comentário pode ser visto por pessoas conhecidas.

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