ENCERRAMENTO

Alegria e fé renovadas marcam final da Assembleia Geral da Canção Nova

Padres expressam papel de união do presidente da comunidade com conselheiros

A décima sexta Assembleia Geral da Canção Nova terminou em clima de alegria e fé renovadas na unidade do Carisma. Para os missionários que participaram desta escolha, os momentos de espiritualidade foram fundamentais para definir o futuro da Comunidade.

Reportagem de Isaque Valle e Ederaldo Paulini

 

Fé, alegria e esperança, marcas de mais uma assembleia geral da Canção Nova.

Neste domingo, a Santa Missa celebrada pelo presidente eleito, padre Roger Luis, marcou o fim das atividades.

Padre Wagner Ferreira destaca os laços fortalecidos entre os integrantes da comunidade. “Celebramos a alegria de sermos Canção Nova, alegria da nossa missionariedade e temos a certeza que se inaugurará um tempo novo de graça, de expansão missionária para a Canção Nova”, afirmou o presidente da Comunidade Canção Nova, padre Wagner Ferreira.

Padre Roger Luis lembra o sentimento entre os membros. Gratidão ao Espírito Santo. “Nós percebemos assim a graça do Espírito Santo, que nos assistiu verdadeiramente.

Foram dias muito intensos, de muito trabalho. E Dom Devair, que pregou o nosso retiro, bispo de Piracicaba, ele foi muito usado por Deus para aquilo que nós precisávamos ouvir. E quando chegou o momento da eleição do novo Conselho Geral, nós percebemos exatamente essa sintonia com o Espírito Santo”, apontou o presidente eleito da Comunidade Canção Nova, padre Roger Luís.

Confiança inabalável na divina providência. Para ele, essa é a chave que vai conduzir a comunidade nos próximos cinco anos. “Ação da graça, o Espírito Santo, o dom santificante da sabedoria, da ciência, do entendimento, do conselho, isso tudo está em nós, mas exige de mim cooperação, uma busca incansável pela santidade, por uma comunhão com Deus, uma comunhão com os irmãos, saber escutar, saber escutar o contraditório, saber acolher as partilhas”, expressou o presidente eleito.

A assembleia foi um verdadeiro cenáculo. Mesmo diante das diversidades, a unidade do carisma centrado em Cristo transformou o encontro em espaço de profunda espiritualidade e comunhão fraterna entre os membros. “Ainda que existam pensamentos diversos, isso é maravilhoso. Se fosse uniforme, ia ser chato demais. Imagine se todo mundo fosse padre Roger, Nossa Senhora, nem eu conseguiria conviver. Mas a diversidade é muito importante no processo sinodal, no processo da escuta. E isso faz com que nós entendamos exatamente isso, a força do carisma”, completou ele. 

Iluminada pelo Cristo ressuscitado, a comunidade segue ainda mais confiante na missão de evangelizar e sempre guiada pela luz que não se apaga.

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