O Ministério Público Federal acionou a Justiça para obrigar o Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, a adotar a política de cotas nos programas de residência médica. A ação civil pública pede a publicação de editais complementares ainda no processo seletivo de 2026, com reserva de vagas para pessoas negras, indígenas, quilombolas, pessoas com deficiência e pessoas trans, conforme previsto nas normas do Ministério da Saúde.
Reportagem de Aline Campelo e Sanny Alves




