COMPETIÇÕES

Etapa final da Olimpíada Brasileira de Tecnologia recebe 700 estudantes

Projetos de estudantes empreendedores de diversos estados do Brasil buscam inovar 

Setecentos estudantes das redes pública e privada de dezesseis estados, iniciaram a etapa final da Olimpíada Brasileira de Tecnologia. A competição acontece em Jacareí no interior de São Paulo.

Reportagem de Isaque Valle e Genilson Pacetti

 

Finais da Olimpíada Brasileira de Tecnologia a todo vapor em Jacareí. Medalhas de montão sobre a mesa para coroar o trabalho de centenas de estudantes. Nos últimos meses, essa galera trabalhou dia e noite para desenvolver aplicativos capazes de oferecer soluções práticas para diversas questões da sociedade. 

“Então aqui é um grand final. É onde eles apresentam os projetos deles. A gente faz a entrega de medalhas e eles têm oportunidade de ser vistos também por empresários e ter as ideias deles compartilhadas”, explicou a fundadora e presidente do Instituto Alpha Lumen, Nuricel Villalonga Aguilera. 

Esses jovens são convidados a usarem a tecnologia de maneira diferente. Os projetos desenvolvidos por eles mostram que a inovação pode impactar a vida de muitas pessoas. 

Esse grupo da Paraíba sabe bem do calor que faz por lá. Ao ligar o ar condicionado nas salas de aula, a grande variação de temperatura causava problemas para a saúde dos estudantes. “É muito frio, então não tem uma harmonia entre os dois, causando muito choque térmico e muita doença, principalmente em criança, abaixando muito a imunidade. A partir daí que começou a vir a nossa ideia. O nosso projeto, ele fica perto do ar condicionado e ele apenas automatiza externamente o uso do ar condicionado. Simples e fácil”, apresentou da equipe escolar da Paraíba, Henrique Gabriel de Oliveira Barbosa.

Esse pessoal do Paraná usou a criatividade para ajudar a impulsionar jovens no mercado de trabalho. “O Educa Jovem nada mais é que uma plataforma que conecta um aluno diretamente com uma empresa, fornecendo cursos capacitadores para ele. E nosso grande diferencial é que cada pessoa tem um curso único somente para ela”, apontou da Equipe Educa Jovem do Paraná, Pietro Valentim.

Orgulho para o professor que vê a juventude engajada em utilizar a tecnologia para além do óbvio, sendo vetores ativos da construção de uma sociedade capaz de desenvolver maneiras criativas para seus problemas. “Agora eles enxergam o celular de forma diferenciada para construção de uma futura startup, não só para ficar na frente de jogos ou coisas que distraem”, completou o orientador da Equipe Educa Jovem, professor Carlos Wagner.

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