PROPAGANDA

Candidatos iniciam a campanha eleitoral no rádio e na TV

Além dos programas, os eleitores também começam a receber as inserções dos candidatos ao longo da programação

Começa hoje o horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão. As inserções durante a programação vão até o dia primeiro de outubro.

Reportagem de Francisco Coelho e Alberes Cruz

 

O horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão já está no ar. Além dos programas, os eleitores também começam a receber as inserções dos candidatos ao longo da programação.

A propaganda do primeiro turno segue até 1º de outubro. Já o segundo turno será transmitido entre os dias 9 e 23 de outubro. O tempo destinado a cada candidato é definido de acordo com as regras eleitorais, incluindo a cláusula de desempenho dos partidos políticos.

“A TV e o Rádio possuem importância muito grande para o candidato, possui importância muito grande para a disputa do debate público. Não à toa, existe uma grande disputa entre os próprios candidatos para ter mais tempo de TV e de rádio, mais tempo de propaganda eleitoral gratuita, porque os candidatos sabem que com a propaganda eleitoral gratuita na TV e no rádio, eles conseguem acessar a maior parte da população e de forma mais capilar e de forma gratuita”, apontou o especialista em direito eleitoral, Athirson Ferreira.

Os programas em rede serão exibidos em dias alternados, de acordo com o cargo em disputa, incluindo presidente, governador, senador e deputados federais, estaduais e distritais. A veiculação segue o calendário e os horários definidos pelo TSE.

Para o especialista, o rádio e a televisão podem ganhar ainda mais importância diante das restrições e da redução do alcance da propaganda eleitoral na internet. “O que a gente tem visto é que as Big Techs estão reduzindo o alcance dos conteúdos de propaganda eleitoral, a não ser naqueles casos de impulsionamento. Então, essa propaganda eleitoral na internet hoje, ela está bastante difícil, porque é só você indicar lá que a página de candidato, que os algoritmos derrubam o alcance das publicações”, completou o professor de direito eleitoral, Alberto Rollo.

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