Com o tema “Ler o amanhã”, feira de livros atrai pessoas de todas as gerações
A capital federal recebe, nesta semana, a Bienal Internacional do Livro. A feira é considerada o maior encontro literário do Centro-Oeste e reúne diferentes públicos em torno da literatura e das diversas manifestações culturais.
Reportagem de Júlia Rezende e Sanny Alves
Brasília se torna um verdadeiro celeiro cultural com a sexta edição da Bienal Internacional do Livro. A feira tem uma programação diversificada e atrai públicos de todas as idades que podem encontrar nas páginas dos livros novas histórias e diferentes formas de enxergar o mundo.
“Eu acredito que a leitura faz parte da criatividade, pode contribuir com um repertório de histórias, imaginação e os meus filhos, eles gostam muito. Depois eles mesmos contam a própria versão da sua história”, disse a dentista, Evelyn Ribeiro.
Com o tema “Ler o amanhã”, a iniciativa reforça a importância da leitura como ferramenta essencial para a formação e a construção do conhecimento. “Todas as manifestações culturais convergem, todas as manifestações culturais conversam e tudo que a gente tiver hoje e captar hoje vai reverberar pro amanhã”, contou a presidente do Instituto Eleva, Stella de Domênico.
Sofia já descobriu nos livros uma fonte para ampliar o seu vocabulário. “Eu consigo conhecer mais uma história, mais autores, história de alguns autores também e várias coisas, imagens, palavras novas que eu aprendo em alguns livros”, afirmou a estudante, Sophia Rodrigues.
Entre livros, encontros e diferentes expressões culturais, a feira mostra que a literatura movimenta a música, a educação e a economia criativa. Um espaço de troca onde autores, pesquisadores, educadores e leitores compartilham conhecimento e ajudam a manter a cultura em movimento.
Diante do avanço das tecnologias, os autores têm um desafio e uma nobre missão. Conquistar espaços nas prateleiras e nos corações da nova geração. “Hoje a gente tem muita tela e a leitura é uma forma de você diminuir a tela e a leitura tem que ser divertida. Então esse é o meu objetivo”, apontou a escritora e ilustradora, Elídia Dourado.
“É semear boas notícias, bons afetos, alegria para que a gente possa realmente cultivar algo de bom no coração das crianças”, concluiu o escritor, Alexandre Parente.




