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7º dia da Missa da Assembleia da CN

Nós, missionários da Amazônia, temos que ir atrás dos índios, diz Dom Cláudio

Dom Cláudio Hummes celebra Missa dedicada à Amazônia

Elcka Torres
Da redação

Bispos reunidos, em Aparecida (SP), durante a 54º Assembleia Geral da CNBB, participaram da Santa Missa, às 7h30, no Altar Central do Santuário de Aparecida. A celebração foi presidida pelo arcebispo emérito de São Paulo e presidente da Comissão para a Amazônia Cardeal de Dom Cláudio Hummes e dedicada à Amazônia.

Cardeal de Dom Cláudio Hummes celebra missa na 58º Assembléia da CNBB

Cardeal de Dom Cláudio Hummes celebra missa na 54º Assembléia da CNBB/ Foto: Reprodução TVCN

 

Agradecimento

O cardeal iniciou o sermão agradecendo à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e ao Papa Francisco por todo incentivo à missão realizada no Amazonas. “A Eucaristia é a antecipação do encontro com Cristo. Agradecemos ao Papa Francisco por todo estímulo que dá à missão na Amazônia, pois é ele quem nos encoraja e nos diz que temos de arriscar, ousar. Queremos agradecer também à CNBB pela grande atenção que está dando à Amazônia. A Igreja na Amazônia exige de nós características especiais, pois têm suas carências. Queremos também lembrar de todas as gerações de missionários que deram a vida, desde o início, por essa missão. Devemos nos lembrar deles e também dos atuais missionários que vêm de fora”, fala Dom Hummes.

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Missão da Igreja na Amazônia

Segundo o purpurado, a Igreja na Amazônia é católica, mas indígena, por isso exige uma missão específica. “Nós, missionários da Amazônia, temos de ir atrás dos índios, até mesmo daqueles em territórios mais distantes. Conta-nos o Papa que Jesus deseja uma Igreja missionária, que vá às periferias, sobretudo, para salvar os mais abandonados, para levar-lhes a misericórdia. Somos nós quem temos de ir até eles e não esperar que venham até nós, e isso significa encurtar as distâncias. É preciso ir até os últimos dos últimos”, enfatiza o cardeal. Dom Cláudio pediu que os religiosos pensem de forma renovada, alertando que a missão renova vidas. É assim que cresce o número de missionários, pois se sentem entusiasmados com a missão.

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