Os ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã destruíram o bunker do Líder Supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei
Da redação, com Vatican News

Foto: Canva Pro
A mídia estatal iraniana confirmou a notícia horas depois de os Estados Unidos e Israel a terem divulgado: o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, no poder desde 1989, foi morto. Ataques coordenados entre EUA e Israel, que atingiram várias cidades iranianas desde a manhã deste sábado, 28, destruíram o bunker de Khamenei. Sua filha, genro e neto também foram mortos.
Neste domingo, 1º, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, se reunirá com os líderes dos países do G7. No sábado, na abertura da reunião extraordinária do Conselho de Segurança, o secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou para o risco de uma reação em cadeia incontrolável, condenando a escalada da violência no Oriente Médio.
Mais de 200 vítimas
O bombardeio de diversas cidades, além da capital Teerã, Tabriz, Isfahan, Qom, Bushehr, Kermanshah, Zanjan e Karaj, resultou na morte de aproximadamente 200 pessoas, incluindo mais de 100 meninas, estudantes de uma escola primária feminina em Minab, no sul do país.
A retaliação iraniana foi desencadeada com mísseis e drones contra Israel e países do Golfo, incluindo Catar, Kuwait, Bahrein e Emirados Árabes Unidos, atingindo bases militares estadunidenses, bem como estruturas civis, como ocorreu em Dubai. Sirenes soam incessantemente em Jerusalém, onde baterias antiaéreas foram posicionadas, e em Tel Aviv, cidade que foi atingida pelos iranianos, com uma vítima fatal confirmada.
O Irã anunciou um período de luto de 40 dias, seguido por sete dias de celebração, após a morte de Khamenei, enquanto a Guarda Revolucionária fechou o Estreito de Ormuz, uma rota marítima estratégica para o transporte de petróleo, por onde passa aproximadamente um quinto do petróleo bruto mundial.




