DESASTRE

Condições higiênicas, falta d'água e saneamento preocupam Madagascar

Ciclone Gezani tornou-se a segunda grande tempestade a atingir Madagascar, chegando apenas 10 dias depois do ciclone tropical Fytia ter matado 14 pessoas

Da redação, com Vatican News

Ciclone Gezani poupa a costa de Moçambique, mas deixa um rastro de destruição / Foto: Reprodução Reuters

O ciclone Gezani tornou-se a segunda grande tempestade a atingir Madagascar este ano, chegando apenas 10 dias depois do ciclone tropical Fytia, que matou 14 pessoas e deixou mais de 31 mil desabrigadas. As autoridades informaram que as avaliações ainda estão em andamento, mas a tempestade já deixou 38 mortos e 374 feridos.

Gezani atingiu a costa na terça-feira perto de Toamasina, o principal porto do país, onde muitas vítimas morreram quando casas desabaram, segundo o Escritório Nacional de Gestão de Riscos e Desastres. As autoridades descreveram um “caos total” na zona afetada.

Bairros inteiros ficaram sem energia elétrica devido à queda de postes, árvores foram arrancadas e telhados foram destruídos. Cerca de 250 mil pessoas foram afetadas ou desabrigadas.

Além da necessidade urgente de alimentos, as Nações Unidas alertaram para as crescentes preocupações com água, saneamento e higiene, observando que a infraestrutura danificada e o acesso limitado à água potável aumentam o risco de surtos de doenças.

A temporada de ciclones no Oceano Índico normalmente ocorre de novembro a abril, sendo que Madagascar registra cerca de uma dúzia de tempestades por ano.

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