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Cenas de Bucha

Papa condena crueldade em cidade ucraniana e pede fim da guerra

Após a catequese de hoje, Papa mencionou as cenas de crueldade na cidade ucraniana de Bucha e voltou a clamar pelo fim da guerra ao receber crianças da Ucrânia

Da Redação, com Boletim da Santa Sé e Vatican News

Papa mostra bandeira proveniente da guerra, da cidade de Bucha / Foto: REUTERS/Remo Casilli

Em vez de notícias de alívio e esperança, novas atrocidades. O Papa Francisco condenou a crueldade em Bucha, cidade ucraniana a poucos quilômetros de Kiev, de onde foram divulgadas fotos e informações sobre corpos de civis nas ruas. Após a catequese desta quarta-feira, 6, no Vaticano, Francisco voltou a clamar pelo fim da guerra, mostrando uma bandeira que recebeu ontem diretamente de Bucha.

“As recentes notícias sobre a guerra na Ucrânia, ao invés de trazer alívio e esperança, atestam novas atrocidades, como o massacre de Bucha: crueldade sempre mais horrenda, perpetrada também contra civis, mulheres e crianças indefesas. São vítimas cujo sangue inocente grita até o céu e implora: coloquem fim a esta guerra! Calem as armas! Parem de semear morte e destruição” Rezemos juntos por isso…”, implorou o Papa.

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Francisco se referiu às imagens de mais de 70 corpos de civis espalhados pelas ruas, de mãos atadas atrás das costas. Tais fotos foram divulgadas pelas autoridades locais juntamente com relatos de valas comuns e estão sendo investigadas como “crimes de guerra”.

Carinho com as crianças ucranianas

O carinho do Papa ás crianças da Ucrânia recebidas hoje / Foto: Reprodução Vatican News

Na sequência do apelo, o Papa acolheu um grupo de crianças que chegaram da Ucrânia. Elas subiram ao palco na Sala Paulo VI acompanhadas por seus pais. A mais nova delas estava no colo da mãe e levava consigo um desenho.

“Estas crianças tiveram que fugir e chegar a uma terra estranha: este é um dos frutos da guerra. Não os esqueçamos, e não esqueçamos o povo ucraniano. É difícil ser desenraizado da própria terra por causa de uma guerra”.

Francisco beijou e abençoou a bandeira da cidade de Bucha. Às crianças, entregou alguns ovos de Páscoa e não deixou de expressar em gestos – carinhos, afagos nas cabeças – sua proximidade e acolhimento aos menores vitimados pelo conflito em curso.

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