Arquidiocese fortalece missão evangelizadora com novo santuário
A Arquidiocese do Rio de Janeiro conta com um novo santuário. Durante celebração solene presidida pelo Cardeal Orani Tempesta, o templo de São Miguel recebeu o título oficial, consolidando-se como ponto de referência para os fiéis da região.
Reportagem de Vinicius Cruz e Jairo Rec
O sábado começou diferente em Magalhães Bastos. A fé anunciava em silêncio um novo tempo. Fiéis e peregrinos transformaram as ruas em local de oração. Cada passo carregava pedidos, agradecimentos e a certeza de que São Miguel Arcanjo caminhava junto.
“Um momento único, acho que para todos nós paroquianos, e devotos de São Miguel”, disse a devota, Florinda Ribeiro. “Eu estou muito emocionada porque aqui eu criei meus filhos, eles cresceram, eles casaram”, falou a professora, Regina Célia. “Para nós, o santuário é algo muito importante, porque traz a possibilidade de um encontro maior das pessoas com o próprio Deus. Nós venhamos aqui para adorar ao Senhor. É lógico que quando nós nos colocamos em adoração, tudo aquilo que já está no coração de Deus chega até nós”, contou o missionário da Comunidade Canção Nova, padre Evandro Lima.
A elevação da paróquia como santuário marca um novo capítulo na história da comunidade que se consolida como um novo ponto de peregrinação, de devoção e fé na Arquidiocese do Rio de Janeiro. “Hoje o santuário arquidiocesano de São Miguel Arcanjo, nessa missão, na confissão, na Eucaristia, no atendimento do povo de Deus, acolhida sempre fraterna do nosso povo. Sejam todos muito bem-vindos ao Rio de Janeiro, ao santuário de São Miguel Arcanjo”, expressou o reitor do Santuário de São Miguel Arcanjo, CON. William Bernardo.
A matriz dedicada ao arcanjo se tornou pequena diante da tamanha devoção. Rostos emocionados, mãos erguidas e olhares atentos marcaram a celebração solene.
O arcebispo do Rio, Cardeal Orani João Tempesta, oficializou a elevação canônica do templo a santuário arquidiocesano São Miguel Arcanjo. “Arquidiocese assume com responsabilidade seu lugar de evangelização, de missão, para toda a Arquidiocese”, concluiu Orani Tempesta.
Ao lado de São Sebastião, padroeiro da cidade maravilhosa, São Miguel foi lembrado como defensor e intercessor do povo fluminense diante das batalhas da vida.




