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Beleza das igrejas na arquitetura das cidades é contada em exposição

Em São Paulo, uma exposição com o olhar voltado às igrejas das cidades. Nas mais agitadas, como a capital paulista, os templos se tornam locais de refúgio e tranquilidade.

Reportagem de Aline Imercio e Gilberto Pereira

Subindo às escadarias, Jamile contempla a beleza da Catedral da Sé. Em meio à agitação do cotidiano, a igreja que fica no centro da capital paulista é seu refúgio de oração.

“A nossa alma pede, essa presença de Deus. E quando a gente se depara com essa presença tão forte, como uma igreja dessa da Praça da Sé, então a gente tem essa sensação, que na nossa alma descansa, né, um descanso pro pro nossa nossa vida, corrida”, contou a mentora.

Ricardo veio de Florianópolis e também parou para registrar a beleza do templo.

“Ah, eu acho bem legal aqui. É bem bonita a arquitetura da Igreja. Acho bem legal”, falou o shaper de pranchas de surfe, Ricardo Funes. 

E foi depois de contemplar e fotografar igrejas em diversas cidades ao longo de 8 anos que a artista plástica Júnia Rocha resolveu organizar essa exposição. O olhar sobre o sagrado já esteve em Cartaz, na PUC Minas em 2024 e agora se encontra na Catedral da Sé.

A exposição vai até o dia 22 de agosto e tem entrada de graça. “Várias fotos, de várias Igrejas belíssimas e muitas muito diferentes umas das outras. Essa percepção mesmo, do sagrado, por exemplo, tem pessoas que que passam perto às vezes de igrejas que que elas conheciam, mas quando vem a foto falam: ‘Nossa, nem parece que é essa Igreja que eu conheço, da minha cidade, por exemplo, porque eu nunca tinha reparado na beleza dessa Igreja’. Então será um momento, um pequeno momento de contemplação”, explicou a artista plástica. 

“Cada Igreja, São Cristóvão, Santa Efigênia, São Francisco, nossa catedral, se você passar por todas elas, você vai ver sempre gente entrando e vem então usufruir desse oásis de paz, de bênção, de esperança e de amor de Deus. A gente pode dizer realmente que Deus habita essa cidade e acolhe a todos”, concluiu da Paróquia São Cristóvão, padre José Arnaldo Juliano.

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