ORAÇÃO MARIANA

Papa no Angelus: que os ventos da guerra não apaguem a esperança

Após rezar a oração do Angelus em Castel Gandolfo, Leão XIV voltou a fazer um forte apelo pela paz diante dos conflitos que atingem diversas regiões do mundo

Da redação, com Vatican News

Em seu período de descanso em Castel Gandolfo, o Santo Padre celebrou o Angelus deste domingo, 12 / Foto: Isabella Bonotto – Anadolu via Reuters Connect

Em seus apelos, ao término da oração mariana deste domingo, 12 de julho, na Praça da Liberdade, em Castel Gandolfo, o Papa Leão XIV voltou a manifestar sua preocupação com os conflitos que continuam a provocar sofrimento em diversas regiões do mundo e renovou seu apelo em favor da paz:

“Infelizmente, os ventos da guerra voltam a soprar no Oriente Médio, na Ucrânia e em numerosas outras partes do mundo, semeando violência, terror e morte, e atingindo mais uma vez tantos inocentes. Não deixemos que esses ventos apaguem a chama da esperança e da paz, mesmo quando ela parece frágil e vacilante. Renovo o meu desejo de que se percorra com perseverança o caminho do diálogo, do encontro e da diplomacia, o único capaz de conduzir a uma paz justa e duradoura, na qual os povos possam viver reconciliados, na segurança mútua e no respeito pela dignidade de cada pessoa.”

Domingo do Mar

Em seguida, o Papa recordou a celebração do “Domingo do Mar”, dirigindo um pensamento especial aos marítimos, pescadores e trabalhadores portuários de todo o mundo. Leão XIV destacou aqueles que vivem marcados pela distância de seus familiares e, por vezes, pelo medo provocado pelos conflitos que atravessam as rotas marítimas, agradecendo o trabalho paciente e silencioso com que sustentam o comércio e a vida de muitos povos.

Saudação a Castel Gandolfo e aos fiéis poloneses

Por fim, o Santo Padre saudou os habitantes da “bela cidade de Castel Gandolfo”, onde passa alguns dias de descanso, e acolheu com alegria os peregrinos vindos de diversas partes do mundo. O Papa também se uniu em oração aos numerosos fiéis poloneses reunidos na peregrinação anual diante do ícone de Jasna Góra, pedindo que, “como discípulos missionários, sejam testemunhas alegres do Evangelho”.

Evite nomes e testemunhos muito explícitos, pois o seu comentário pode ser visto por pessoas conhecidas.

↑ topo
Skip to content