TRADIÇÃO

Cordeiros são apresentados ao Papa na memória de Santa Inês

Seguindo tradição, animais foram levados a Leão XIV nesta quarta-feira, 21; sua lã será usada para confeccionar os pálios dos novos arcebispos metropolitanos

Da Redação, com Vatican News

Em primeiro plano, vê-se um cordeiro branco enfeitado com flores brancas e ramos verdes. Ao fundo, é possível observar o Papa Leão XIV, vestindo suas tradicionais vestes pontifícias com a mozeta e a estola, cercado por outros homens.

Cordeiros são tradicionalmente apresentados ao Papa na memória de Santa Inês, em 21 de janeiro / Foto: Vatican Media/IPA/Sipa USA via Reuters Connect

Dois cordeiros foram apresentados ao Papa Leão XIV na manhã desta quarta-feira, 21, na Capela de Urbano VIII. Seguindo a tradição, os animais são levados ao Pontífice no dia da memória de Santa Inês, virgem e mártir, para depois serem abençoados na basílica dedicada à santa na Via Nomentana.

O nome latino de Santa Inês, Agnes, está associado à palavra em latim para cordeiro, agnus. Na apresentação ao Santo Padre, um dos animais é enfeitado com flores brancas, simbolizando a virgindade da jovem romana, e o outro é adornado com flores vermelhas, representando o seu martírio.

A lã dos cordeiros será usada para confeccionar os pálios dos novos arcebispos metropolitanos. O pálio é uma insígnia litúrgica de honra e jurisdição constituída por uma estreita faixa de tecido, tecida em lã branca, decorada com seis cruzes em seda preta. Ela é usada pelo Santo Padre e pelos arcebispos metropolitanos em suas Igrejas e nas de suas províncias eclesiásticas.

O rito da bênção dos pálios e a entrega aos arcebispos metropolitanos são realizados pelo Papa no dia 29 de junho, na Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo.

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