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Dia de oração

Papa renova apelo pela paz na Ucrânia: "florescer a fraternidade"

Hoje, acontece um dia de oração pela paz na Ucrânia, e o Papa Francisco recordou, uma vez mais, essa intenção para toda a Igreja

Da Redação, cm Vatican News

Papa durante a oração do Pai Nosso ao final da catequese de hoje / Foto: Reprodução Vatican Media

Ao final da audiência geral desta quarta-feira, 26, o Papa Francisco convidou os fiéis a rezar pela paz na Urânia. Hoje, inclusive, é um dia especial de oração pelo país a seu pedido, apresentado no Angelus do último domingo.

“Peçamos ao Senhor com insistência que aquela terra possa ver florescer a fraternidade e superar feridas, medos e divisões. Que as orações e súplicas, que hoje se elevam ao Céu, toquem as mentes e os corações dos responsáveis na terra, para que façam prevalecer o diálogo, e o bem de todos seja colocado acima dos interesses de parte. Por favor, nunca mais a guerra!”.

Francisco propôs, então, a oração do Pai-Nosso, uma oração que “nos faz irmãos”, a oração dos irmãos que imploram reconciliação e concórdia.

Dia de oração

Na tarde de hoje, na Basílica de Santa Sofia, em Roma, a igreja dos ucranianos da capital, será realizada a celebração das Vésperas em prol da paz na Ucrânia. O desejo do Papa, expresso no Angelus do último domingo, 23, de rezar pela paz – com particular atenção para a situação na Ucrânia – foi prontamente aceito pelas comunidades ucranianas na Itália.

Promovida pelo Departamento de Migrantes da diocese de Roma, essa celebração das Vésperas terá a participação do bispo Benoni Ambarus, do diretor do escritório diocesano Migrantes Dom Pierpaolo Felicolo e do reitor da basílica de Santa Sofia, padre Marcos Jaroslav Semehen.

Paz para ucranianos e russos

Padre Marcos Semehen afirma ao Vatican News que o Santo Padre tem a Ucrânia no coração, para a qual pediu várias vezes orações. “Embora não estejamos na nossa pátria – diz o reitor – estamos muito preocupados com nossas famílias, nossas casas, estamos preocupados com o país inteiro. Esta oração aqui em nossa basílica é como tocar o sofrimento da população que se prolonga há muito tempo. Esperamos que a oração comum nos traga os frutos desejados”.

O sacerdote explica que o povo ucraniano tem uma grande incerteza, compreensível como um sentimento humano, que é o medo de que inicie a guerra. “A guerra nunca é positiva”, afirma, “especialmente se pensarmos que estamos em 2022, no coração geográfico da Europa”. Por outro lado, esta mesma preocupação faz crescer a fé e a esperança, confiando nas mãos do bom Deus o que está acontecendo e o que poderá acontecer. “Pedimos a paz não apenas para o povo ucraniano, mas também para o povo russo e para todos aqueles que poderiam estar envolvidos no conflito militar”.

A Ucrânia precisa também de apoio humanitário

A situação socioeconômica do país é mais agravada por esta crise geopolítica, como confirma o Reitor de Santa Sofia. “Tudo está interligado e se precipitou: a guerra no Sul, que trouxe instabilidade econômica especialmente no Leste”. E a isto se somam os danos causados pela pandemia.

Portanto, além da oração, pede-se também apoio econômico para as pessoas que tanto sofrem, frisa o sacerdote. Este Dia de Oração coincide com o final da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos. “Espero que todos rezem pela Ucrânia, pois é um país com uma forte presença de ortodoxias e do catolicismo de ambos os ritos. Espero que os corações se unam por uma mesma causa”, conclui padre Marcos.

 

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