Durante a JMJ

Conheça os apresentadores dos Atos Centrais da JMJ

Os apresentadores dos Atos Centrais da JMJ foram escolhidos pela comissão artística do COL

Da redação
Luana Oliveira

O Comitê Organizador Local (COL) já escolheu os cinco apresentadores responsáveis pela animação e orientação dos peregrinos nos palcos dos Atos Centrais na Jornada Mundial da Juventude. São eles: os missionários da Comunidade Canção Nova, Fernanda Soares e Thiago Tomé; os cantores católicos, Diego Fernandes e Flaviane Montenegro; e o missionário da Comunidade Shallom, Rafael D’Aqui.

Fotos: Arquivo pessoal / Divulgação

Fotos: Arquivo pessoal / Divulgação

“Participar desse momento único da Igreja Católica, no Brasil, é uma graça e um presente para mim e para a Canção Nova. É experimentar o amor de Deus que tem uma forma surpreendente de fazer escolhas”, disse Fernanda Soares. A missionária se diz surpresa pelo convite que recebeu: “Eu não esperava ser chamada e fiquei muito surpresa. Ao mesmo tempo, senti um ‘frio na barriga’ por saber da responsabilidade”. Como jovem, ela acrescenta: “Estou feliz por representar a juventude do Brasil na JMJ e espero que o jovem se decida radicalmente por Jesus Cristo”.

:: Mais de 300 artistas subirão nos palcos dos Atos Centrais

“Há 14 anos, eu acompanho as JMJs e sonho participar deste evento. Amo a Igreja e respiro Jornada a cada ano que ela acontece”, disse a cantora Flaviane Montenegro, uma das mestres de cerimônia do evento. Ela participou desse encontro, pela primeira vez, no ano de 2011.

“Tive a graça de participar da Jornada, em Madrid, e já foi uma experiência sublime estar no meio de jovens do mundo inteiro anunciando que Jesus Cristo é o Senhor. Dá arrepio só de lembrar.” Para a Jornada, no Rio de Janeiro (RJ), a cantora espera que a fé seja reavivada não só entre os jovens católicos, mas com todos aqueles que participarão. Ela deseja que a consequência para todos eles seja de transformação, restauração de vidas e nascimento de esperança.

Para o missionário Rafael D’Aqui, ser convidado para mestre de cerimônia trouxe a ele a alegria e o sentimento de responsabilidade. O jovem missionário revela que foi em uma dessas Jornadas que conheceu sua esposa, Nathalie D’Aqui. “Participei de todas as edições da JMJ, desde 2002 em Toronto, no Canadá. Foi na JMJ de Sidney, em 2008, que conheci a Nathalie, que é suíça. Creio que o evento será um verdadeiro Pentecostes para a Igreja no Brasil. Será uma bênção de paz e de alegria sobre a cidade do Rio de Janeiro”, conclui o missionário carioca.

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