Reconhecimento

TV Canção Nova receberá Medalha São Paulo Apóstolo

Ao todo, foram dez contemplados para receber a Medalha São Paulo Apóstolo

Da redação, com Arquidiocese de São Paulo

medalha sao paulo

A TV Canção Nova foi indicada para receber a Medalha “São Paulo Apóstolo”, um prêmio concedido pela Arquidiocese de São Paulo, com o objetivo de valorizar, estimular e dinamizar a vida eclesial e pastoral.

A entrega do prêmio será no dia 1º de setembro às 20h no Mosteiro de São Bento em São Paulo.

A lista dos dez contemplados foi definida pela Comissão Julgadora no último dia 11, mas foi divulgada apenas esta semana no site da arquidiocese.

São eles:
– Medalha pelo Testemunho Laical para Ana Maria Alexandre e Luiz Carlos Pietro Alexandre;
– Medalha pelo Serviço Sacerdotal para o Cônego Celso Pedro da Silva;
– Medalha pela Ação Caritativa e de Promoção Humana para o Padre João Inácio Mildner;
– Medalha pela Ação Missionária para Olga Zanella;
– Medalha pela Inovação na Metodologia Pastoral para o Padre Gianpietro Carraro;
– Medalha pela Educação Cristã para a Irmã Carmen De Ciccio;
– Medalha pela Defesa e Promoção da Vida e Dignidade Humana para o Padre Paolo Parise;
– Medalha pela Cultura para a Orquestra Sinfônica Heliópolis;
– Medalha pela Comunicação para a TV Canção Nova;
– e Medalha pelo Serviço Social para o Centro Social Nossa Senhora do Bom Parto.

A Medalha

A Medalha São Paulo Apóstolo foi instituída em 2015 dentro das comemorações dos 270 anos de criação da Diocese de São Paulo. A Medalha traz, numa face, a efígie do apóstolo São Paulo, Patrono da Arquidiocese; na outra face, traz a vista frontal da catedral metropolitana de São Paulo. Sua entrega será acompanhada de um diploma correspondente.

No Decreto de instituição da medalha, o arcebispo de São Paulo, Cardeal Odilo Pedro Scherer, ressaltou que “todos os Batizados foram constituídos como povo de Deus e são participantes do múnus sacerdotal, profético e régio do próprio Cristo” e acrescentou que a homenagem também é um “incentivo para que floresça mais abundantemente a vida eclesial e pastoral nesta Cidade imensa”.

“Neste Ano Jubilar da Misericórdia, consideram-se prioritárias as pessoas ou instituições que realizam obras de misericórdia, tais como as propostas pelo Papa Francisco: ‘É meu desejo sincero que o povo cristão reflita, durante o Jubileu, sobre as obras de misericórdia corporais e espirituais… Redescubramos as obras de misericórdia corporais: dar de comer aos famintos, dar de beber aos sedentos, vestir os nus, acolher os peregrinos, dar assistência aos enfermos, visitar os presos, enterrar os mortos. E não esqueçamos as obras de misericórdia espirituais: aconselhar os indecisos, ensinar os ignorantes, admoestar os pecadores, consolar os aflitos, perdoar as ofensas, suportar com paciência as pessoas molestas, rezar a Deus pelos vivos e defuntos’”, diz o Edital, citando um trecho da Bula de proclamação do Ano Santo Extraordinário Misericordiae Vultus, do Papa Francisco.

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