ANIVERSÁRIO

Instituto Secular das Irmãs Maria de Schoenstatt completa 100 anos

Instituição celebra centenário com jubileu, indulgências e missão mariana

Reportagem de Aline Imercio e Vailton Justino

O Instituto Secular das Irmãs Maria de Schoenstatt está comemorando 100 anos, e neste ano jubilar, os santuários administrados pelas irmãs oferecem a oportunidade dos fiéis em lucrarem a indulgência plenária.

O movimento apostólico de Schoenstatt foi fundado em 1914 na Alemanha pelo padre José Kentenich. 12 anos depois, em 1926, nasceu o Instituto Secular das Irmãs de Maria de Schoenstatt. “Nós queremos ser uma presença de Maria na igreja. Onde Maria atua, nós queremos ser também essa presença atuante, trabalhando com famílias, crianças, adolescentes, e o todo o ramo feminino”, ressaltou a administradora do Santuário Tabor da Confiança Vitoriosa no Pai, irmã Elaine Ferreira Melo. 

Para este Jubileu de 100 anos, o Papa Leão XIV decretou indulgência plenária até o dia 4 de novembro a todos que visitarem os santuários, igrejas e capelas de Schoenstatt, administrados pelas irmãs do Instituto Secular.

Além da visita a um santuário, é preciso cumprir as exigências para obter a indulgência a si próprio ou a um falecido. “Nós precisamos ter a confissão, a comunhão, rezar nas intenções do Papa e ele pede que nós rezemos a invocação a Nossa Senhora, Rainha da Paz e Mãe da Misericórdia, suplicando assim que esse tempo de indulgência também seja um tempo de reparação, pelos erros cometidos neste tempo moderno, mas também que seja uma súplica pela paz”, completou ela.

Aqui na Vila Mariana, zona sul de São Paulo, o Santuário Tabor da Confiança Vitoriosa no Pai tem 55 anos. Foi o primeiro do movimento a se instalar na capital paulista. A paz do local, em meio à natureza atrai muitos fiéis. 

Alexandre sempre está no santuário da Vila Mariana e já lucrou indulgência. “É uma grande bênção para nós, porque permite que nós possamos melhorar, permite que nós possamos ser pessoas melhores no mundo que vivemos e de fato anunciarmos o Evangelho de Cristo”, concluiu da Obra das Famílias, Alexandre Pazetto Balsanelli.

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