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Cobrança do IPVA começa em janeiro na maioria dos estados brasileiros

Estados iniciam cobrança do IPVA e orientam motoristas sobre pagamento

Reportagem de Nathalia Cassiano e Antonio Matos

Motoristas de todo o país devem ficar atentos ao calendário do IPVA, que varia conforme o estado. Em São Paulo, o pagamento já está liberado e quem quita o imposto à vista, em janeiro, tem direito a desconto.

O imposto desse ano sobre a propriedade de veículos automotores, o IPVA, já pode ser pago em alguns estados como Pará, Paraná e São Paulo. Diante do início da cobrança, motoristas como Anderson e Augusto já avaliam a melhor forma de quitar o imposto. Em São Paulo, o calendário de pagamento segue os dias da semana de acordo com o número final da placa do veículo. “Eu não paguei ainda não e não vi o valor ainda não, mas eu pago sempre certinho e eu vou parcelar. Para mim não compensa a pagar à vista, pelo valor também”, disse o motorista, Anderson Moreira. 

Para mim o desconto de 3% é interessante, mas acaba não compensando, porque acho que diluir ao longo dos meses compensa mais, porque janeiro já é um mês bastante pesado, então são muitas despesas”, falou o motorista, Augusto Souza. 

A partir deste mês de janeiro, em São Paulo, motos e ciclomotores de até 180 cilindradas de propriedade de pessoa física estão isentos do pagamento do IPVA. A medida vale apenas para veículos que se enquadram nos critérios estabelecidos pela Secretaria da Fazenda. 

A maioria dos estados oferece desconto que varia de 3 a 5% para quem opta quitar o imposto de uma só vez no vencimento da primeira parcela em janeiro. É possível parcelar o IPVA. Em São Paulo, por exemplo, pode ser até em cinco vezes, de janeiro a maio sem juros. Caso o condutor opte pelo pagamento no mês de fevereiro, não haverá desconto e deverá pagar em uma única parcela. 

Para ajudar os condutores a se organizarem financeiramente, um economista orienta sobre as melhores escolhas na hora de pagar o imposto. “Pensar justamente num planejamento.

Pensar o que precisa ser feito, listar as dívidas, listar as receitas, listar as despesas. Então é importante ter uma reserva para que não comprometa o orçamento familiar”, concluiu o economista, Denis Medina.

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