DIRETRIZES

Assembleia Geral da CNBB aprova um dos documentos mais importantes

Confira como foi penúltimo dia de Assembleia e últimas decisões tomadas

Neste penúltimo dia de atividades, um dos documentos mais importantes para o episcopado foi aprovado no início da tarde: as novas diretrizes para a ação evangelizadora da Igreja no Brasil.

Reportagem de Emerson Tersigni e Messias Junqueira

Um dia intenso e histórico. A edição 62 da Assembleia Geral aprovou as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora. “Houve um debate intenso sobre as emendas e os destaques e no final se fez a votação global. Foi aprovado, surpreendeu até a grande aceitação. Foi um trabalho de 4 anos de uma equipe, a própria assembleia contribuiu muito para que a gente possa tornar ele cada vez melhor”, contou o arcebispo de Santa Maria(RS), Dom Leomar Brustolin. 

“Impressionante. Calhamaços de emendas. E agora o trabalho da comissão foi reconhecido porque a comissão foi aplaudida de pé. Eu até estava dizendo para o Dom Leomar, nesses anos todos que eu que eu tenho de Assembleia Geral, nunca vi uma reação dessa da assembleia. É um reconhecimento pelo trabalho que fizeram”, afirmou o arcebispo de Campo Grande(MS), Dom Dimas Lara Barbosa. 

As novas diretrizes gerais aprovadas hoje terão a duração de 6 anos, ou seja, até 2032, as igrejas particulares poderão implementá-las em unidade para que a missão evangelizadora seja mais efetiva desde o sul até o norte do país, como é o caso da Arquidiocese de Porto Velho em Rondônia.

“Papa Francisco em 2013 no Brasil falou para o CELAM da importância dos conselhos comunitários, paroquiais, diocesanos. E esses conselhos é também um caminho de sinodalidade, aonde todos nós vamos aprendendo. Nos desafia a não ficar na pastoral da manutenção, mas nos deixarmos conduzir pela ação do Espírito Santo”, comentou o arcebispo de Porto Velho(RO), Dom Roque Paloschi. 

O trabalho não acabou. O texto aprovado passará por duas novas revisões. O sentimento, no entanto, é de alegria por este passo dado na missão de anunciar Jesus. “É um sentimento de muita satisfação, porque não é um texto nosso, é um texto construído com todo o episcopado brasileiro. Todos tiveram oportunidade de opinar e todos opinaram porque votaram parágrafo por parágrafo. Para nós o sentimento é de dever cumprido, de alegria, alegria do Evangelho. Estamos muito felizes”, completou ele.

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