Centro Mundial de Memória do Holocausto tem como missão documentar e perpetuar a história do povo judeu durante o Holocausto
Da Redação, com Vatican News

Foto: Alessia Giuliani/IPA/Sipa USA via Reuters Connect
O Papa Leão XIV recebeu na manhã desta segunda-feira, 23, no Vaticano, representantes do Yad Vashem, o Centro Mundial de Memória do Holocausto. Localizado em Jerusalém, o memorial procura documentar e perpetuar a história do povo judeu durante o Holocausto, tanto dos cerca de 6 milhões de vítimas como dos milhares de não judeus de diferentes nacionalidades que arriscaram a vida para ajudar os judeus.
O memorial foi criado em 1953, mas aberto ao público quatro anos depois. As instalações são, principalmente, subterrâneas, entre museus, centros de pesquisa e monumentos. Se o Muro das Lamentações é o coração espiritual dos judeus, o Yad Vashem é a consciência histórica, reunindo cerca de um milhão de pessoas por ano para preservar a memória do Holocausto.
Com o crescente interesse mundial pelos eventos do Holocausto, bem como por seu significado judaico e universal, o Yad Vashem se esforça continuamente para transmitir de forma significativa a memória e os significados do Holocausto às futuras gerações. Para isso, criou um ambiente de aprendizado e comemoração multidimensional composto por quatro componentes básicos: a coleta de documentação; a pesquisa que apoia e promove estudos acadêmicos sobre o tema; a educação, com a Escola Internacional de Estudos do Holocausto; e sobretudo o Museu de História do Holocausto.




