Conflitos no Oriente Médio

Não cansemos de pedir a ajuda de Deus, exorta Custódio da Terra Santa

Clamor feito pelo custódio da Terra Santa, Frei Francesco Ielpo, convida à oração pela paz enquanto o mundo assiste a uma nova escalada de violência no Oriente Médio

Da Redação

Frei Francesco Ielpo / Foto: Reprodução redes sociais

O custódio da Terra Santa, frei Francesco Ielpo, OFM,  convida os fiéis à oração diante das recentes tensões que eclodiram no Oriente Médio com o início de mais conflitos. Em um vídeo divulgado nas redes sociais, o sacerdote destaca o poder e a força que a oração tem. 

“Neste momento, ainda marcado  pela guerra e conflito, o convite que fazemos, a todos os cristãos do mundo é orar, orar pela paz, não se cansar de pedir a ajuda de Deus, para que os corações possam se reconciliar e o caminho da diplomacia seja sempre escolhido. Às vezes pensamos que é inútil orar, mas não percebemos o poder e a força que a oração tem. Assim, o grande convite é nunca se cansar de orar, de pedir a Deus à Sua ajuda, ao Seu céu, o imenso dom da paz. Obrigado.”

No sábado, 28, ataques dos Estados Unidos e Israel contra o Irã fizeram a região mergulhar em uma nova onda de conflitos. Segundo o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, os ataques continuarão até que os objetivos de Washington sejam atingidos.

O líder supremo do Irã, no poder desde 1989, aiatolá Ali Khamenei, foi morto. O Irã reagiu aos ataques, atingindo alvos civis e bases estadunidenses nos países do Golfo e em Israel.

Após o Angelus deste domingo, 2, o Papa Leão XIV expressou sua preocupação e renovou um apelo ao diálogo. “Acompanho com profunda preocupação o que está acontecendo no Oriente Médio e no Irã nestas horas dramáticas. A estabilidade e a paz não se constroem por meio de ameaças recíprocas, nem com armas, que semeiam destruição, dor e morte, mas somente por meio de um diálogo razoável, autêntico e responsável”. 

O Pontífice também destacou o papel da diplomacia nesta situação. “Diante da possibilidade de uma tragédia de proporções enormes, dirijo um veemente apelo às partes envolvidas para que assumam a responsabilidade moral de deter a espiral de violência antes que ela se torne um abismo irreparável! Que a diplomacia recupere seu papel e promova o bem dos povos, que anseiam por uma coexistência pacífica, fundada na justiça. E continuemos a rezar pela paz”.

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