Canção Nova 40 anos

A Canção Nova leva esperança, ressaltam sócios nesses 40 anos da obra

Sócios de São Paulo e Rondônia comemoram os 40 anos da Canção Nova e afirmam: ajudar a obra é ajudar a espalhar a esperança

Julia Beck
Da redação

Chácara de Santa Cruz, sede da Canção Nova /Foto: José Rafael Silva – Canção Nova

“Manter o mundo com uma fagulha de esperança”. Esta é a razão pela qual Cláudia Maria Dias Cardoso de Souza, paulistana de 52 anos, se mantém desde 2000 como sócia evangelizadora da Canção Nova. Dos 40 anos comemorados pela Canção Nova neste ano de 2018, 18 deles Cláudia comemora como parte do grupo dos mais de 370 mil associados.

“Se hoje a TV evangeliza, e tem a capacidade de atingir tantas pessoas, é porque atrás dela existe um sócio evangelizador, que são pessoas que, de alguma forma, foram tocadas por Deus e desejaram fazer com que outras pessoas experimentassem esta mesma graça, este encontro pessoal com o Senhor”, afirmou a missionária e coordenadora do setor de marketing interno do Clube da Evangelização, Benedita Vaz de Carvalho Fioramonte.

Desde sua fundação, em 1978, a Canção Nova sentiu a necessidade de criar um espaço dedicado a todos que auxiliavam a Comunidade. Foi em 1980, com o início da Rádio Canção Nova, que isso se concretizou com a criação do Clube do Ouvinte, o primeiro espaço dedicado para a arrecadação de subsídios para a manutenção da rádio.

Antiga Rádio Canção Nova /Foto: Arquivo CN

 “Manter a estrutura da Canção Nova que apesar de pequena, era muito grande, foi um desafio. Tudo começou com a rádio, mas não parou na rádio. O papel do sócio foi importante porque ao manter a rádio, ele auxiliou no início da TV Canção Nova, do site, do portal e da web TV”, contou Benedita que, antes de se tornar membro da Comunidade era ouvinte dos programas de rádio e sócia evangelizadora.

A expansão da Rádio Canção Nova para um sistema de comunicação gerou, de acordo com a missionária, despesas ainda maiores. “Foi preciso confiar ainda mais na providência”, contou Benedita. O ‘Clube do Ouvinte” precisou se ajustar para englobar toda a comunicação da Canção Nova e, em 2009, passou a ser chamado ‘Clube da Evangelização’. “Não era somente os ouvintes que contribuíam, mas todos os sócios evangelizadores que mantinham não só a rádio, mas todo o sistema de comunicação e evangelização”, recordou a coordenadora de marketing interno do Clube.

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“O Padre Jonas no início do clube trouxe uma definição: ‘O Clube é o coração da obra Canção Nova’. Então este espaço é esse coração que mantém toda a Canção Nova funcionando. O grande responsável pela evangelização, é o sócio evangelizador. Ele não é só importante mas fundamental. A fidelidade dessas pessoas faz com que todo sistema de comunicação da Canção Nova aconteça, com que a rádio aconteça, com que a televisão, internet, acampamentos e frentes de missão aconteçam”, suscitou Benedita.

Testemunhos

Desde seu primeiro contato com a Canção Nova por meio de programas na televisão, Cláudia Souza sentiu o desejo de conhecer de perto a sede da comunidade, o que se concretizou em meados de 1998. “Não tinha nada”, afirmou a sócia.

Cláudia Souza e o marido, Paulo Roberto Poleselli, na sede da Canção Nova em Cachoeira Paulista em meados de 1998/ Foto: Arquivo Pessoal – Cláudia Souza

O encontro com o Monsenhor Jonas foi apontado por Cláudia como um momento marcante. “Ficamos esperando que ele [Monsenhor Jonas] saísse da rádio. Estava eu e o Paulo, meu marido, e nós estávamos esperando para ver ele de perto e aí ele saiu, nos viu e nos abraçou. Foi o abraço mais maravilhoso que já recebi até hoje”, relatou.

Encontros transformadores são, de acordo com Benedita, o maior presente do sócio evangelizador. “Aqui [na Canção Nova] encontramos com Cristo de várias formas”.

Após os primeiros contatos com a Canção Nova, Cláudia afirma que sentiu o desejo em seu coração de se associar. “A Canção Nova foi o nosso berço e acolhimento enquanto casal e enquanto família. A gente começou a ir para a Canção Nova quando as crianças eram pequenas ainda. (…) A gente sentia e ainda sente a presença de Deus em todos da Comunidade e o que nos motivou a sermos sócios foi exatamente isso, fomentar e alimentar a nossa religiosidade e cristandade”, contou.

Cláudia e o missionário Dunga na Canção Nova, em Cachoeira Paulista, em meados de 1998/ Foto: Arquivo Pessoal – Cláudia Souza

Célio Rodrigues do Carmo é de Cacoal – estado de Rondônia – e, assim como Cláudia, conheceu a Canção Nova por meio da televisão e tornou-se sócio evangelizador. “A quantia que eu ajudo é muito pequena em relação às graças alcançadas. A Canção Nova tem levado esperança a tantos corações e mudado muitas vidas”, afirmou com gratidão o rondoniense que é associado há 18 anos. 

O rondoniense mostrou-se muito feliz em fazer parte da comemoração dos 40 anos da Canção Nova e afirmou ter tido sua vida e a vida de sua família transformadas por essa obra. Para Célio, ser sócio é ajudar a salvar vidas, restaurar famílias e levar o amor de Jesus a quem não tem esperança. “Com certeza Deus abre as comportas do Céu com chuvas de bençãos na vida de quem ajuda esta obra”, afirmou.

“O trabalho que é feito pela Canção Nova é um trabalho de formiguinha, uma dificuldade. Fazer parte da Canção Nova é ajudar a espalhar a esperança no Reino de Deus e é o que me faz continuar sendo sócia”, comentou Cláudia,  que afirmou concordar com o slogan ‘Ser Canção Nova é bom demais’. “É a mais pura verdade”, reafirmou.

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