Aplicação da tecnologia

Inteligência artificial traz avanços para a meteorologia e a prevenção

Confira a reportagem especial no Dia Nacional da Conscientização sobre as mudanças climáticas

Uma reportagem especial que a repórter Fernanda Lima e o repórter cinematográfico Messias Junqueira mostra como a tecnologia já começa a transformar a maneira de estudar o clima. 

Em um século marcado pelo avanço tecnológico sem precedentes, a inteligência artificial ganha cada vez mais espaço. Em Hong Kong, cientistas desenvolveram sistema de previsão meteorológica capaz de prever tempestades com até 4 horas de antecedência. 

No ano passado, o sul da China registrou aumento significativo de tufões e episódios de chuvas acima da média histórica. A cada passo que a gente dá, a tecnologia avança junto com a rotina de muitas pessoas. 93% dos brasileiros já utilizam algum tipo de serviço da inteligência artificial e essa nova ferramenta pode ajudar a entender melhor as mudanças climáticas. 

Nesta sala, tecnologia e ciência trabalham juntas. No centro de monitoramento e alertas de desastres naturais chegam dados de todo o país a cada minuto. Clauston Lima fala como a inteligência artificial tem contribuído nos estudos e prevenção dos eventos climáticos.

“Você dota os seus algoritmos de aprendizado de máquina com a capacidade de prever qual a probabilidade de que uma determinada ocorrência venha realmente a se efetivar a IA para antecipar a ocorrência ou não de desastres”, afirmou o engenheiro e pesquisador do Cemaden, Glauston Lima. 

Para o especialista Edivaldo Gonçalves, meio ambiente e inteligência artificial são assuntos discutidos cada vez mais em sala de aula. “ Junto com alunos, eu construo o prompt e ele organiza no caso do que a gente usa a planilha pronta para exportação pro software. Depois a gente consegue dentro do software, que é produzir mapas que são relevantes. E aí a gente faz a análise crítica dos planos diretores, o que eles está faltando, o que eles não estão faltando”, compartilhou o gestor e doutor em planejamento urbano e regional da Univap, Edvaldo Gonçalves de Amorim.

Mas é importante lembrar que essa tecnologia não cabe apenas em um tablet. Enquanto a inteligência artificial contribui para pesquisas e monitoramentos na ciência climática, ela também traz novos desafios. “Ela pode trazer benefícios em termos assim de descobrir soluções pro meio ambiente, pras questões do planeta, mas ela por outro lado, faz um tem um consumo, ela tem um lado de consumo de energia que é contraditório para pra busca da da dessa solução ambiental. Então hoje eles estão falando, por exemplo, da Green IA, que fala a IA verde, que é tentar ver como é que a gente pode usar a IA sem consumir tanta energia, sem degradar tanto o ambiente, e que proveja soluções inteligentes e baratas pros problemas do planeta”, completou o professor e tecnologista da Univap, Carlo Lahoz.

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