O jornal norte-americano New York Times voltou a sugerir na edição desta sexta-feira, 26, que o Papa Bento XVI, na época em que era Cardeal Arcebispo de Munique, teria reintegrado à atividade pastoral paroquial um sacerdote acusado de casos de pedofilia.
O diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, padre Federio Lombardi, publicou uma nota em que faz eco a um comunicado da Arquidiocese de Munique, que volta a destacar que o então Cardeal Ratzinger "não conhecia a decisão de reinserir o sacerdote H. na atividade pastoral paroquial. A arquidiocese rechaça qualquer outra versão, considerando-a uma mera especulação".
Leia a nota na íntegra
"O diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, padre Federico Lombardi, respondendo às perguntas dos jornalistas a propósito de uma nova matéria do New York Times de 26 de março, referente ao período em que o Cardeal Ratzinger era Arcebispo de Munique de Baviera, citou a negação publicada nesta manhã em um comunicado da Arquidiocese de Munique, que indicava: "A matéria do New York Times não contém nenhuma informação nova além das que a diocese já comunicou acerca do conhecimento do então arcebispo sobre a situação do sacerdote H.
A arquidiocese confirma, por tanto, sua posição segundo a qual o então arcebispo não conhecia a decisão de reinserir o sacerdote H. na atividade pastoral paroquial.
A arquidiocese rechaça qualquer outra versão, considerando-a uma mera especulação.
O então Vigário-geral, monsenhor Gerhard Gruber, assumiu a plena responsabilidade da decisão, pessoal e equivocada, de reinserir a H. na pastoral paroquial".
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