REUNIÃO

Primeira igreja do Kuwait é elevada à categoria de Basílica Menor

O Cardeal Secretário de Estado presidiu a missa na Igreja de Nossa Senhora da Arábia, no Kuwait, durante a sua elevação à categoria de Basílica Menor

Da redação, com Vatican News

Cardeal Pietro Parolin / Foto: Reprodução Reuters

Em 1948, um pequeno grupo de católicos — estrangeiros recém-chegados ao Kuwait para trabalhar na crescente indústria petrolífera — inaugurou uma pequena capela em Al-Ahmadi, a segunda maior cidade do país.

Poucos anos depois, uma igreja foi construída no local, decorada com uma imagem da Virgem Maria abençoada pelo próprio Papa.

Com o desenvolvimento da indústria petrolífera e a chegada de um número cada vez maior de trabalhadores estrangeiros ao Kuwait, a igreja — dedicada, assim como a capela original, a Nossa Senhora da Arábia — continuou a ganhar importância.

Um dia verdadeiramente histórico

Na sexta-feira, 16 de janeiro, o Secretário de Estado do Vaticano, Cardeal Pietro Parolin, presidiu a missa para celebrar a elevação da igreja à condição de Basílica Menor.

Em sua homilia, proferida para uma congregação que incluía católicos locais, políticos, diplomatas e representantes da Companhia Petrolífera do Kuwait, o Cardeal Parolin descreveu a ocasião como “verdadeiramente histórica”, não apenas “para a Igreja no Kuwait, mas para a Igreja em toda a Península Arábica”.

“Construída sobre as areias do deserto”, disse o Cardeal, “esta Basílica nos lembra que a própria Maria encontrou refúgio nessas mesmas terras desérticas, onde cuidou, criou e protegeu o único Mediador entre Deus e a família humana, Jesus Cristo”.

Verdadeiro Deus e verdadeiro homem

O Cardeal Parolin então refletiu sobre a leitura do Evangelho do dia, na qual Jesus faz aos seus discípulos a “pergunta decisiva”: “Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?”

Ao refletir sobre o período natalino que acaba de terminar, o Cardeal enfatizou que “não podemos acolher o Menino Jesus em nossos lares… a menos que reconheçamos Sua verdadeira identidade e tudo o que ela implica”.

Os cristãos, ressaltou ele, “são chamados a reconhecer e testemunhar que Jesus Cristo é verdadeiro Deus e verdadeiro homem”.

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