No aniversário de 105 anos, dez diáconos reforçam a missão de Belo Horizonte
A Catedral Cristo Rei, em Belo Horizonte, recebeu nesta semana a ordenação diaconal de novos ministros para a Igreja. A celebração, presidida por Dom Walmor Oliveira de Azevedo, marcou também a missão de membros de novas comunidades, como a Canção Nova, a serviço da evangelização e da caridade.
Reportagem de Aline Mota, Vanessa Anicio e Vitor Ferreira
No aniversário de 105 anos, celebrado nesta quarta-feira, a Arquidiocese de Belo Horizonte recebeu um presente especial, a ordenação de 10 novos diáconos permanentes que passam a atuar na missão evangelizadora da igreja.
“Uma igreja viva, sempre com a missão de anunciar a palavra. E o diácono tem essa missão de servir, de colaborar com o bispo”, disse o vigário-geral da Arquidiocese de Belo Horizonte, monsenhor Nédio Lacerda.
Entre os ordenados está Roberto, membro da Comunidade Canção Nova. Para ele, o chamado ao diaconato nasce do desejo de servir e de levar o amor de Deus a quem mais precisa. “É, na Canção Nova, a gente serve também o povo de Deus, levando a Palavra, levando o encontro com Jesus Cristo. Como diácono, eu irei nas realidades mais difíceis e vou levar a palavra de Deus a esse povo que está muitas vezes solitário, sozinho e sofrendo”, falou o diácono permanente da Arquidiocese de Belo Horizonte, Roberto Márcio Viana Costa.
A ordenação diaconal é o primeiro grau do sacramento da ordem e representa um chamado ao serviço. Na Arquidiocese de Belo Horizonte, os diáconos permanentes atuam em ações sociais, pastorais e missionárias, fortalecendo a presença da igreja junto às comunidades, especialmente as mais vulneráveis.
“Uma alegria muito grande, como disse, acolher esses nossos irmãos que nos ajudarão nessa missão bonita de evangelizar, levando o nome da Igreja, levando a Igreja de Jesus Cristo para essas pessoas”, comentou o coordenador do Conselho Arquidiocesano para o Diaconato Permanente, Noraldino Caetano Fonseca Filho.
A celebração foi presidida por Dom Walmor Oliveira de Azevedo, arcebispo da capital mineira, que destacou o diaconato como o sinal do Cristo servo no mundo de hoje. Dirigindo-se aos novos diáconos e às esposas, ele agradeceu o sim dado ao chamado da igreja, “Dizer-lhes da alegria do seu sim e sobretudo esse sinal de esperança na força da missão diaconal na igreja e na Arquidiocese de Belo Horizonte”.
Uma noite marcada por fé e compromisso. Para os novos diáconos, começa agora uma missão de serviço às comunidades e de apoio às ações pastorais da Arquidiocese. “Eu estou pronto para servir em qualquer pastoral social. A Canção Nova caminha comigo até esses lugares na minha missão e no meu serviço”, concluiu Roberto.




