EM ROMA

Papa convida Igreja para Vigília Mundial de Oração pela Paz

Momento de oração acontece na Praça São Pedro neste sábado, 11

No fim de semana de Páscoa, o Papa Leão XIV presidiu as principais celebrações no Vaticano, da Vigília Pascal à missa na Praça São Pedro, e convidou os fiéis para uma vigília de oração pela paz no próximo dia 11.

Reportagem de Danúbia Gleisser
Imagens de Rodrigo Palmeira, Daniele Santos, Vatican Media e Vatican News

 

Da sacada central da Basílica de São Pedro, o Papa Leão mudou cerca de 50.000 e fiéis reunidos na praça para a bênção Urbi Et Orbi. O espaço decorado com flores refletia o clima festivo da Páscoa. 

Na mensagem pascal, o Pontífice convidou os fiéis a se deixarem transformar pelo amor de Cristo e fez um forte apelo pela paz.  “Quem tem armas nas mãos que as deponha, que opte pela paz, clamou o Papa para que com o diálogo o outro não seja dominado, mas encontrado”. 

Leão XIV alertou para o risco de nos tornarmos frios diante da violência e do sofrimento no mundo. De acordo com o Santo Padre, a sociedade tem vivido uma globalização da indiferença. Isso nos afasta da dor do outro.

E chamou toda a Igreja para uma atitude concreta. “Convido todos a se unirem a mim na Vigília de Oração pela Paz”, clamou o Papa, anunciando que a vigília acontecerá na Praça São Pedro no próximo sábado, dia 11. 

Ao final, o Papa saudou os fiéis em vários idiomas e concedeu a tradicional bênção Urbi Et Orbi de Páscoa para Roma e para o mundo.

No período da manhã, Leão XIV presidiu a Missa de Páscoa na Praça São Pedro. Na homilia destacou que a Ressurreição de Cristo traz esperança e vence a morte mesmo diante das dores e das injustiças do mundo. 

Já na noite de sábado, a Vigília Pascal na basílica vaticana começou com a bênção do fogo e a procissão com o Círio Pascal, símbolo de Cristo Ressuscitado.

Na homilia, o Pontífice recordou que a Páscoa é a vitória da vida sobre a morte e afirmou que ainda hoje há pedras que parecem difíceis de remover, como o medo, o egoísmo e as divisões. “Não nos deixemos paralisar por elas”, ordenou o Santo Padre. 

A celebração seguiu com a liturgia batismal, quando 10 pessoas receberam os sacramentos do batismo e da crisma, e foi concluída com a Eucaristia.

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