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Abadia de Casamari

Beatificação de seis religiosos é recordada pelo Papa

Simeone, Domenico, Albertino, Modesto, Zosimo e Maturino foram beatificados neste sábado, 17

Da redação, com Vatican News e Postulador Geral da Ordem Cisterciense

Praça São Pedro, no Vaticano / Foto: Canção Nova Roma

A beatificação de seis religiosos foi recordada pelo Papa Francisco após o Regina Coeli deste domingo, 18. Simeone, Domenico, Albertino, Modesto, Zosimo e Maturino foram beatificados neste sábado, 17.

O bem-aventurados eram monges da Abadia de Casamari, na Itália. A beatificação aconteceu em Casamari e foi presidida pelo cardeal, Marcello Semeraro. O prelado é prefeito da Congregação para as Causas dos Santos e representou o Papa Francisco.

Em 1799, quando os soldados franceses que se retiravam de Nápoles saquearam igrejas e mosteiros, estes religiosos  resistiram com coragem heroica, até a morte, para defender a Eucaristia da profanação.

“Que seu exemplo nos estimule a um maior compromisso de fidelidade a Deus, capaz também de transformar a sociedade e torná-la mais justa e fraterna. Um aplauso aos novos beatos!”, pediu Francisco.

Martírio

Os religiosos, agora beatos, são considerados mártires. Segundo o Catecismo da Igreja Católica, “o martírio é o supremo testemunho dado à verdade da fé, o mártir é uma testemunha que chega à morte”.

Muitos dos monges de Casamari, tendo ouvido falar da violência do exército francês retiraram-se de Nápoles para cidades próximas, deixaram o mosteiro.

Apenas os seis religiosos permaneceram, conscientes do risco, e receberam o grupo de soldados em 13 de maio de 1799.

Padre Simeone relatou que tem escutado as seguintes palavras antes do martírio: “Simeone, a cruz não terminou, mas há outra cruz para passar; mas então você virá comigo para apreciá-la”. Testemunhos atestam que eles já eram “mártires em espera”.

Caminho do Senhor

Os mártires de Casamari repetem, em contradição com o mundo, que o caminho mundano não é o caminho do Senhor. Jesus Cristo o afirma claramente quando proclama bem-aventurados os perseguidos.

Bento XVI escreveu: “Também este século XXI se abriu sob o signo do martírio. Quando os cristãos são verdadeiramente o fermento, a luz e o sal da terra, eles também se tornam, como aconteceu com Jesus, objeto de perseguição; como Ele, eles são sinais de contradição”.

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