EM CELEBRAÇÃO

Santuário Pai das Misericórdias abre tríduo dedicado a Dom Bosco

Tríduo começa com acolhida de novos seminaristas

Uma celebração no Santuário Pai das Misericórdias marcou o início do tríduo dedicado a Dom Bosco nesta quarta-feira.

Reportagem de Carla Zanon e Ederaldo Paulini

Um santo que dedicou a vida para as crianças e os jovens. Este foi Dom Bosco, fundador da Congregação Salesiana, da qual o padre Jonas Abib fez parte. 

No início do tríduo preparatório para a solenidade de Dom Bosco, a Canção Nova acolhe na celebração eucarística desta quarta-feira quatro novos seminaristas. “A vocação sempre será um sacrifício, uma oferta, uma oblação de si, um dar-se por inteiro. Então, olhar a vida do nosso pai fundador e perceber que foi feito tudo para todos, mesmo que ele entregou tudo, ele é um modelo pro sacerdócio da Canção Nova”, expressou o missionário da Comunidade Canção Nova, padre Sidney Dias.

 Agnaldo, Carlos, Johny e Josinei foram recebidos por toda a comunidade com alegria e entusiasmo. Para cada um, o Carisma Canção Nova é marcado por uma presença. “Existe uma foto que mexe muito comigo, que ele está em um evento, ele está varrendo, tem essa foto do padre Jonas, que ele está com uma vassourinha. Essa humildade do padre Jonas que sempre brota no meu coração para que eu de fato não seja aquele que sobe, mas aquele que se rebaixa para servir aos outros”, contou o seminarista, Agnaldo de Freitas.

“O padre falava com coração, mas ele não só falava, ele escrevia também com coração. Então, quando eu leio os escritos de padre Jonas, eu consigo ouvi-lo como se ele tivesse falando a viva voz do meu lado”, lembrou o seminarista, Jhony Robert Marcos. 

A vocação é uma resposta ao chamado de Deus. Ao orar com entregue confiança, é possível compreender a vontade divina. “Vivendo em Lavrinhas, em Queluz, eu fui vendo Deus sendo muito mais concreto também com o meu estado de vida. E a partir disso, eu tive certeza que, de fato, era Deus me chamando”, recordou o seminarista, Carlos Daniel Silva. 

“Uma longa caminhada, mas é um discernimento. E quanto mais a gente escuta a voz de Deus, a gente vai clareando os nossos caminhos.Então, devido à escuta daquilo que Deus fala diariamente no meu estudo bíblico, nas missas, eu fui entendendo que ele me chamava a dar esse passo”, completou o seminarista, Josinei Ferreira.

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