Instituição apresenta novo código de ética e canal de escuta a colaboradores
A semana começou com formação para missionários e colaboradores da Fundação João Paulo II, empresa mantenedora do Sistema Canção Nova de Comunicação. A Primeira Semana da Integridade promove uma reflexão sobre o diálogo no ambiente de trabalho.
Reportagem de Idalina Miranda e Ederaldo Paulini
A Santa Missa marcou a abertura da Semana da Integridade. “E aquilo que o padre de Jonas também deixou para todos nós como legado. Integridade é para isso, para que nós possamos cada dia mais fazer melhor a nossa missão acontecer, levar a evangelização para as pessoas, mas seguindo aquilo que nos é pedido”, contou o vice- presidente da Fundação João Paulo II, Eliani Teodoro.
Em seguida, hora de ficar atento às instruções que norteiam os valores institucionais e decisões da Fundação João Paulo II com seus diferentes públicos. “Porque o óbvio também precisa ser dito e também precisa ser escrito. Por isso, resolvemos estabelecer essa semana da integridade, porque não tem como a gente evangelizar, levar a mensagem de Jesus, se no percalço, no caminho, houverem, algumas brechas para coisas que não são coisas íntegras, coisas coerentes com a mensagem de Jesus”, ressaltou a diretora executiva da Fundação João Paulo II, Deusirene Alves de Oliveira.
O programa construído há um ano é mais que um canal de escuta. Trata-se de um conjunto de ações e direcionamentos idealizados para levar missionários e colaboradores ao caminho da integridade. “Ele é contínuo e ele é para sempre. Então agora nós vamos divulgar o novo código de ética, um novo canal de escuta também, que ele traz informações importantes para que nós possamos no dia a dia fazer nossas atividades, também ficar a trabalhar em equipe, aquilo que faz com que a gente possa caminhar sobre pilares da transparência, da ética e um ambiente seguro também para todos nós”, reforçou a diretora de Conformidade da FJPII, Gisele Linhares.
Formação provada pelos que atenderam ao chamado de trabalhar nesta obra de Deus. “Para gente poder colocar em prática tudo aquilo que o Monsenhor Jonas Abib nos ensinou quanto ao tratar as pessoas, mas também a gente”, completou a gerente administrativa, Maria Aparecida Martins.
“Porque nós vivemos e buscamos o rosto da misericórdia. Foi aquilo que o Monsenhor sempre nos ensinou, é olhar o outro através da sua misericórdia”, concluiu a psicóloga Renata Ribeiro.




