Acolhimento e fraternidade unem a Igreja de Portugal e do Brasil
A sede da Canção Nova, em Cachoeira Paulista, recebeu, na tarde dessa quarta-feira, 22, a visita do patriarca de Lisboa, Dom Rui Valério. O bispo pôde conhecer as instalações e o trabalho de colaboradores e missionários, em um momento de fraternidade e demonstração de amizade entre a comunidade e o prelado.
Reportagem de Isaque Valle e Genilson Pacetti
Uma passagem marcada pela cordialidade e gentileza de um pastor disposto a estar próximo de quem tanto contribui com a mensagem do reino de Deus.
Dom Rui Valério visitou a comunidade Canção Nova pela primeira vez e viu de perto o coração da obra iniciada por padre Jonas Abib. “E de fato e aqui temos a ocasião de contactar e de constatar como a Canção Nova está presente em valores, em princípios, que são mais do que valores éticos, são mais do que princípios morais. Ou até antropológicos são verdadeiramente manifestações do coração de Deus”, falou o patriarca de Lisboa, Dom Rui Valério.
Momento especial também para padre Carlos. 13 anos após a primeira visita, o sacerdote pôde conhecer o santuário do Pai das Misericórdias. “Estar aqui de fato confirma que quando Deus quer a obra verdadeiramente nisto, porque Ele vai tocando e usa dos nossos meios humanos para que a sua ação continue a se concretizar”, disse o superior da Delegação dos Missionários Monfortinos em Portugal, padre Carlos Miguel José Vieira.
A comitiva ainda passou pelo túmulo do fundador da comunidade, Centro de Evangelização e pela Central de Jornalismo. A visita de Dom Rui à Canção Nova demonstra a profunda conexão entre a comunidade e o povo lusitano. Essa relação de amizade e proximidade faz o Evangelho ser difundido no Brasil, em Portugal e em todo o mundo.
“Graças a Deus, a Canção Nova em Portugal, ela tem um relacionamento muito estreito, muito bom com os bispos portugueses. Para nós recebê-lo aqui na nossa sede, é também um momento de renovação missionária para nós, para que a Canção Nova, os membros da Canção Nova, tenham a coragem de ir às nações”, contou o presidente da Fundação João Paulo II, padre Wagner Ferreira.
Ligação luso- brasileira considerada imprescindível para a unidade da missão. “Igreja do Brasil, Igreja de Portugal estão a trabalhar em sentido único, em ordem à concretização do mandato do Senhor, quando nos pedia para irmos e anunciarmos o Evangelho”, completou o patriarca de Lisboa.
Conhecendo o íntimo do carisma, o patriarca de Lisboa pôde reafirmar uma célebre expressão evangélica. ‘Pelos frutos, conhecereis a árvore’. “É verdadeiramente um veículo maravilhoso que faz acontecer Cristo onde ela alcança”, concluiu Dom Rui.



