Jovens talentos no basquete nacional trazem esperança para as novas gerações
Uma noite mágica! O Novo Basquete Brasil realizou o Jogo das Estrelas em 2026 e contou com lances incríveis, além de homenagens e a despedida de um campeão.
Reportagem de Alan Toledo e Ederaldo Paulini
O espetáculo tomou conta da quadra no jogo das estrelas do Novo Basquete Brasil. Uma noite de talentos, criatividade e muita emoção. “É muito legal assim. É muito, é muito inspirador assistir eles”. “E para quem que você tá torcendo essa noite? Para qual time?” “Ah, pro time de Chamel”, disse o estudante, Lorenzo de Almeida.
No torneio de enterradas, os atletas abusaram da criatividade e levaram o público ao delírio com lances plásticos e cheios de potência. Em terra de Ianes, Curry e Lebron, o menino se permite voar.
Caioka é um talento bruto, lapidado pela festa lesiana e esperança no esporte. “Lá a gente aprendia que que a gente tinha que ser os melhores do mundo, mas não o melhor do mundo no basquete, mas o melhor como pessoa sempre”, contou o ala amador, Caio Rocha(Caioka).
Um ponto de cada vez. Os felizes valem por três. Daniel foi preciso e levou o troféu para casa. E que tal habilidade? Somada à velocidade e controle de bola, foi um verdadeiro teste técnico entre os melhores do país. “Gente, ainda que é mais novo, tá representando esses moleques que têm o sonho de estar aqui. É, cara, é sensacional. Eu fiquei muito feliz de ver o ginásio lotado. O Ibirapuera era um ginásio lindo. Então, acho que é, o dia de hoje foi muito especial”, falou o armador, Tico Faria.
Noite de emoção e homenagens. Mulheres olímpicas que escreveram a história. Clima de festa com o público participando de cada lance e transformando o evento em uma grande celebração do basquete. “Na verdade, eu queria estar participando lá. Mas só que como eu sou meio meio ruim, então não consigo. Mas é um espetáculo muito legal”, afirmou o representante comercial, Felipe Ribeiro.
Na grande decisão da noite, o jogo das estrelas colocou de um lado a experiência de Chamel e do outro a juventude de Wini Silva. Dentro de quadra, o verdadeiro espetáculo do basquete brasileiro. Mas e aí, quem levou a melhor nessa disputa?
“É sempre uma honra, velho, participar desses eventos assim que reúnes assim do basquete brasileiro. É chato porque perder, mas é um clima amistoso e tal e os caras mereceram muito”, apontou o pivô, Wini Silva.
“Cheguei aqui no Brasil, era menino, triste, mas se tô indo embora um homem, entendeu? Eu cresci aqui no Brasil. Basquete Brasileiro me abraçou. Eu abracei eles. Foi uma coisa maravilhosa. É 23 anos depois. Não tem como você falar sobre o MBB sem falar Shamel”, lembrou o ala amador, Shamell Stallworth.
Shamel deixa um legado de 18 temporadas na liga e mais de 9.000 na certeza de que o basquete nacional segue bem representado.