Na despedida da Guiné Equatorial, Leão XIV agradeceu ao povo africano e afirmou partir do continente com um “tesouro inestimável de fé, esperança e caridade”
Da Redação, com Vatican News

Papa Leão XIV se despede da Guiné Equatorial antes do embarque /Foto: Reprodução Vatican News
Após presidir a Santa Missa para cerca de 30 mil fiéis no Estádio de Malabo, na Guiné Equatorial, o Papa Leão XIV despediu-se nesta quinta-feira, 23, do país e concluiu a terceira viagem apostólica de seu pontificado.
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Quatro países em dez dias
Durante dez dias, o Santo Padre percorreu quatro países do continente africano: Argélia, Angola, Camarões e Guiné Equatorial. Ao longo da visita, confirmou a fé dos católicos locais e encorajou as Igrejas a viver a reconciliação, a paz, a justiça e a esperança cristã. Pela duração, a viagem recorda a realizada por São João Paulo II, em 1985, quando visitou sete países africanos em onze dias.
“Africanos irmãos e irmãs, chegou o momento de me despedir de vocês, da Guiné Equatorial e também da África, no final da viagem apostólica que Deus me concedeu realizar nesses dez dias”, disse o Papa.
Gratidão ao povo africano
Em sua despedida, o Pontífice também agradeceu às autoridades civis e eclesiásticas, aos sacerdotes e a todo o povo de Deus “a caminho nesta terra”, evangelizada há 170 anos pelos primeiros missionários.
Leão XIV cumpriu agenda intensa em apenas três dias na Guiné Equatorial e recordou, em sua mensagem final, o lema da viagem: “Cristo, a luz da Guiné Equatorial; e vós sois o sal da terra e a luz do mundo”.
Missão e esperança para a Igreja
“A África é chamada, hoje, a dar uma contribuição decisiva à santidade e ao caráter missionário do povo cristão”, afirmou o Santo Padre ao final da missa no Estádio de Malabo.
Antes de confiar todas as famílias e comunidades africanas à intercessão de Nossa Senhora, concluiu: “Parto da África com um tesouro inestimável de fé, esperança e caridade: um tesouro feito de histórias, rostos e testemunhos de alegria e sofrimento, que enriquecem grandemente a minha vida e o meu ministério como sucessor de Pedro.”




