Em carta ao enviado especial para o 34º Dia Mundial do Enfermo, Leão XIV destaca solicitude maternal de Maria e recorda tempo como bispo em Chiclayo
Da Redação, com Vatican News

Foto: Canva
A Santa Sé publicou neste sábado, 7, uma carta do Papa Leão XIV para o prefeito do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, Cardeal Michael Czerny. O religioso foi nomeado pelo Pontífice como seu enviado especial para a celebração do Dia Mundial do Enfermo, que neste ano será comemorado na Diocese de Chiclayo, no Peru.
A delegação da missão pontifícia é composta também pelo diretor do Departamento de Comunicação da diocese local, padre Fidel Purisaca Vigil, que acompanhou o então bispo Robert Prevost durante os anos em que esteve na diocese da cidade ao norte do Peru, e o coordenador nacional da Pastoral da Saúde (CEAS), irmão Wilson Enrique Gonzales Carbajal.
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Logo no início da carta, o Santo Padre afirmou se recordar, “frequentemente, com todo o afeto do coração e da mente”, da “amada terra do Peru, cujos fiéis, guiados pela piedade e pelo amor, buscam com confiança refúgio sob a proteção da Bem-Aventurada Virgem Maria”. Ele também lembrou que, há 12 anos, na própria catedral dedicada a Nossa Senhora, ele se tornou bispo da Diocese de Chiclayo.
“Por divina providência, aconteceu então que, por vontade do Papa Francisco, de feliz memória, o 34° Dia Mundial do Doente fosse celebrado precisamente nesta terra do Peru, para expressar com sempre maior intensidade a solicitude maternal da Bem-Aventurada Virgem Maria para com todos aqueles que são afligidos por várias dores e enfermidades”, escreveu Leão XIV.
Intercessão de Nossa Senhora
O Papa confirmou que, com o parecer favorável da Conferência Episcopal Peruana, a data será celebrada no Santuário de Nossa Senhora da Paz, “onde também nós, no passado, invocamos várias vezes em oração a ajuda de Deus”. Ele também aproveitou a carta para convidar toda a Igreja a rezar pelos fiéis doentes afetados por enfermidades, patologias ou dores, pedindo que eles “queiram benignamente oferecer a Deus misericordioso, por meio de Maria, pela paz deste mundo, todos os desconfortos da própria vida”.
Ao final da carta e antes da bênção apostólica dirigida a todos os participantes do Dia Mundial do Doente, o Pontífice exortou que todos possam “dar testemunho das virtudes teologais – fé, esperança e caridade – e da proximidade humana e cristã nas necessidades, carregando os fardos uns dos outros e cumprindo assim a lei de Cristo do fundo do coração”.cated




